- Stênio Garcia ganhou decisão no TJ do Rio de Janeiro determinando que ele receba aluguel mensal de R$ cinco mil da ex-mulher, Clarice Piovesan.
- A ação pede a retomada de um apartamento em Ipanema, na zona sul do Rio, onde Clarice reside desde a separação em 1983.
- A defesa confirma a vitória, feita como parte de uma vitória parcial; o mérito do imóvel ainda está em andamento, mas o aluguel representa alívio imediato.
- O ator havia doado o imóvel às filhas, Cássia e Gaya, quando eram crianças, mas manteve o usufruto vitalício; ele afirma que as filhas se recusam a entregar a posse.
- As filhas afirmam que o pai não está em situação financeira vulnerável e negam abandono, dizendo que sempre estiveram dispostas a manter contato, embora o relacionamento tenha sido de afastamento por parte dele.
Stênio Garcia recebeu uma vitória parcial na Justiça e terá de receber aluguel mensal de R$ 5 mil da ex-mulher, Clarice Piovesan. O processo envolve a reavaliação de um apartamento em Ipanema, onde Clarice reside desde 1983, após a separação do ator. A defesa confirma a decisão do TJ-RJ.
Conforme o tribunal, o valor mensal representa alívio imediato para o ator, que passa por dificuldades financeiras. O advogado Sérgio Figueiredo afirma que a batalha pelo imóvel ainda continua e que a peça central da disputa é o apartamento. A Justiça, segundo ele, garantirá o resto do caminho.
Stênio Garcia transferiu o imóvel às filhas, Cássia e Gaya, quando ainda eram menores, mantendo o usufruto vitalício para si. O ator busca retornar à posse do bem, mas as filhas não entregam a posse. Também pede indenização de R$ 200 mil às filhas e relata dificuldades financeiras após demissão da Globo.
Em razão disso, o artista informou que a renda mensal dele e de Mari Saade, atual esposa, é de cerca de R$ 7 mil, o que não cobre despesas médicas e de vida. O processo também cita gastos com convênio médico e remédios.
Versão das filhas
Em entrevista ao Domingo Espetacular, as filhas contestam as acusações. Elas afirmam que o pai não está em situação financeira vulnerável. Dizem que ele mantém alto poder aquisitivo e que nunca precisou de ajuda financeira ou emocional.
Cássia e Gaya afirmam que procuraram o pai por anos, mas não obtiveram contato. Mesmo com o afastamento do pai, as filhas garantem que não o abandonaram.
O caso segue em tramitação, com a ênfase na posse do imóvel e na indenização pretendida pelo ator. Não há conclusão sobre o desfecho final do processo.
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