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Tati Machado emociona fãs ao lembrar filho falecido na reta final da gestação

Dia das mães marca a perda de Rael aos 33 semanas; Tati Machado reforça o vínculo que persiste e honra a memória do bebê diariamente

Tati Machado relembra gravidez do filho Rael
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  • No Dia das Mães, a apresentadora Tati Machado relembrou o filho Rael, que morreu na reta final da gestação aos 33 semanas, em 12 de maio de 2025.
  • Ela publicou nas redes uma reflexão com foto da gestação, destacando que o vínculo entre mãe e filho permanece mesmo com a ausência.
  • Tati afirmou que continua honrando a memória do menino todos os dias, dizendo que “eu e Rael pra sempre” e que a mãe segue firme.
  • Rael era fruto do relacionamento de Tati com o cineasta Bruno Monteiro; até a perda, a gestação foi sem complicações.
  • Mensagens de apoio de colegas também apareceram, como a atriz Juliana Silveira e Aline Fanju, reforçando que mãe nunca deixa de ser mãe.

Tati Machado emocionou fãs ao relembrar o Dia das Mães após a perda do filho Rael. A apresentadora publicou uma reflexão nas redes sociais neste domingo, falando sobre o vínculo entre mãe e filho e a continuidade da memória da família.

Ela destacou que a relação com Rael permanece viva, mesmo com a ausência física, e que a memória do bebê é honrada diariamente. A mensagem reforçou o laço entre mãe e filho ao longo do tempo.

Entre as respostas de seguidores, a atriz Juliana Silveira mencionou que a maternidade não se encerra, mesmo diante da perda, e afirmou que a união entre mãe e filho persiste. Aline Fanju também deixou palavras de apoio.

Rael faleceu em 12 de maio de 2025, aos 33 semanas de gestação. O bebê era fruto do relacionamento de Tati com o cineasta Bruno Monteiro. Os batimentos cardíacos foram interrompidos na reta final da gravidez.

A apresentadora procurou atendimento médico ao sentir a ausência de movimentos do bebê, mas a gestação seguia sem complicações até então. O episódio é citado por ela como parte do luto vivido desde então.

Meses após a perda, Tati Machado tornou público o luto pela primeira vez, descrevendo a dor como uma ferida que persiste. Ela relatou lidar com perguntas sem resposta e com o silêncio gerado pela tragédia.

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