- Em 2 de maio, no restaurante da zona sul do Rio, houve disputa sobre uma “taxa de rolha” de 100 reais por garrafa de vinho.
- Funcionários disseram que Ed Motta e seus acompanhantes fizeram ataques verbais, ameaças e ofensas durante a discussão sobre a cobrança.
- Relatos apontam comentários preconceituosos sobre funcionários e insinuações sobre a orientação sexual de clientes presentes.
- Motta não aceitou retirar a cobrança, alegando que nunca havia pago a taxa em visitas anteriores; ele afirmou estar bêbado, reconheceu ter excedido, mas negou agressões.
- A situação foi repercutida pela reportagem do Fantástico.
O cantor Ed Motta se envolveu em uma confusão em um restaurante da zona sul do Rio de Janeiro no dia 2 de maio. A cobrança de uma taxa de rolha de 100 reais por garrafa de vinho é apontada como o gatilho do episódio, segundo relatos de funcionários do estabelecimento.
De acordo com as testemunhas, durante a discussão Motta e pessoas que o acompanhavam teriam proferido ofensas verbais e ameaças contra a equipe. Os relatos indicam ainda ataques com conteúdo preconceituoso direcionado a empregados e a clientes presentes no local.
Segundo os profissionais, houve resistência à negativa do restaurante em retirar a cobrança. O grupo afirmou, na versão apresentada pelos funcionários, que o cantor afirmou nunca ter pago a taxa em visitas anteriores. Motta reconheceu ter estado alcoolizado e reconheceu ter excedido, mas negou ter ocorrido agressões.
Versão das partes
Ed Motta afirmou, em nota, que não houve agressão e que o episódio foi mal interpretado. O artista reconheceu o consumo de bebida alcoólica no momento, sem confirmar ou detalhar as alegações de ofensas. O restaurante não divulgou detalhes adicionais sobre o ocorrido.
Entre na conversa da comunidade