- A direção do jornal informou que a coluna Crônica por Quilo seria descontinuada, mas o espaço continua ativo no WordPress.
- O autor escreveu uma despedida, mas não a publicou, e afirma que continuará comentando enquanto houver possibilidade de publicação.
- Ele comenta o ressurgimento cultural de Michael Jackson, impulsionado por um documentário, dois vídeos no TikTok e um remix de DJ.
- Observa que o público altera a percepção sobre o artista rapidamente, com adolescentes discutindo sua importância com tom reverente.
- O autor reiterou que seguirá produzindo os comentários enquanto o sistema permitir, descrevendo-se como meio cronista, meio invasor digital, em tom de moonwalk contra o desaparecimento.
A direção do Estado de S. Paulo informou, por meio de uma editora, que a coluna Crônica por Quilo seria descontinuada. A notícia circulou como decisão interna da publicação, com a expressão descontinuar usada para indicar o fim da coluna.
No entanto, ao inspecionar a ferramenta de gerenciamento de conteúdos, o autor da coluna confirmou que o espaço continua ativo. Segundo ele, enquanto houver o campo de texto em branco e o botão Publicar, a coluna permanece disponível para publicação.
O texto de despedida já foi elaborado, mas não foi publicado. O autor afirmou que a despedida parecia mais uma legenda de rede social de ex-colega do que uma análise profunda. A coluna segue em funcionamento, mantendo a periodicidade prevista.
Atualização sobre a coluna
Apesar da informação inicial de descontinuidade, o autor permanece produzindo conteúdo. Ele citou ainda que continuará a escrever enquanto o sistema de publicação estiver operativo. A confirmação de continuidade gera expectativa entre leitores sobre próximos temas.
O conteúdo recente aborda a ressurreição cultural de Michael Jackson, impulsionada por um documentário, vídeos no TikTok e um remix de DJ. A narrativa analisa como o público reagiu à figura histórica, com novos debates sobre sua importância na cultura contemporânea.
A reflexão central ressalta que o público busca repertório nostálgico e refrões fortes, e não necessariamente virtudes do artista. A discussão é apresentada como análise de tendências de consumo de cultura pop, sem juízo de valor sobre o tema.
Entre na conversa da comunidade