- Adélia Prado, 90 anos, está internada no Hospital São Judas Tadeu, em Divinópolis (Minas Gerais), nesta quinta-feira (14).
- É a segunda internação da escritora em 2026, após acidente doméstico em janeiro que resultou na fratura do fêmur; alta ocorreu em 7 de fevereiro.
- A nota do hospital não detalha o quadro clínico e informa apenas que a paciente segue em recuperação sob cuidados do Dr. José Eduardo Grossi e do Dr. Christian Alessandro Nery Freitas.
- Prado é considerada uma das maiores escritoras do país, com atuação em teatro, monólogos e traduções; ganhou o Prêmio Jabuti em 1978 com O Coração Disparado.
- Ao longo da carreira, recebeu prêmios como Prêmio ABL de Literatura Infantojuvenil (2007), Prêmio da Fundação Biblioteca Nacional (2010), Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (2010), Prêmio Clarice Lispector (2016) e, em 2024, ganhou o Prêmio Machado de Assis e o Prêmio Camões.
A escritora e poetisa Adélia Prado, 90, foi hospitalizada nesta quinta-feira (14) no Hospital São Judas Tadeu, em Divinópolis, Minas Gerais. A causa não foi divulgada pela instituição, que informou apenas que a paciente está em recuperação.
Em janeiro, Prado já havia sido internada após sofrer um acidente doméstico que resultou na fratura do fêmur. Ela recebeu alta em 7 de fevereiro e agora passa por novo atendimento médico, sem detalhes sobre o quadro.
Situação de saúde
O hospital não detalhou o diagnóstico atual, apenas afirma que Adélia Prado recebe assistência adequada e acompanhamento dos Drs. José Eduardo Grossi e Christian Alessandro Nery Freitas. Não há informações sobre tempo de internação.
Carreira e reconhecimentos
Considerada uma das maiores escritoras do país, Prado atuou no teatro, monólogos e teve obras traduzidas para inglês e espanhol. Em 1978, venceu o Prêmio Jabuti com O Coração Disparado.
Prêmios e destaques
Ao longo da carreira, recebeu o Prêmio ABL de Literatura Infantojuvenil (2007), a Fundação Biblioteca Nacional (2010), a Associação Paulista dos Críticos de Arte (2010) e o Prêmio Clarice Lispector (2016).
Reconhecimento recente
Em 2024, foi laureada pelo conjunto da obra com o Prêmio Machado de Assis da ABL e, no mesmo ano, ganhou o Prêmio Camões, considerado o mais importante da língua portuguesa.
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