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Moda volta ao rosa após explosão do Barbiecore, com novos detalhes

Após o pink Barbiecore, rosa retorna em nuances acetinadas, definindo elegância contemporânea nas passarelas, celebridades e beleza

DELICADEZA - Sunday Rose estreia no Met Gala 2026: um Dior blush arrasador (@dior/Instagram)
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  • O rosa retorna às passarelas em tons mais delicados, como blush pink, ballet pink e rosa-chá, indo de Barbiecore a uma paleta mais refinada.
  • Sinais da mudança já aparecem: o rosa ganhou destaque na Victoria’s Secret em 2024, com Gigi Hadid abrindo a apresentação, além de aparecer na estética de Madonna e no Met Gala.
  • No Met Gala, looks em rosa foram destaque: Sunday Rose (Dior) em blush e lavanda, e Amanda Seyfried em Prada rosa-chá; Kate Middleton também apareceu em tom rosado, simbolizando elegância.
  • Em 2026, as passarelas trouxeram o rosa em Chanel (musseline quase diáfano), Dior (matiz estruturado) e Chloé (inspirado na poesia hippie), com a grife Sandy Liang usando referências esportivas; o ballet blush ganhou força na maquiagem.
  • O rosa carrega história de transformação: já foi símbolo masculino, feminino, erótico, feminista e LGBTQIA+, destacando sua capacidade de adaptação ao longo do tempo.

A moda volta a olhar para o rosa, após a explosão do Barbiecore em 2023. O tom ganha nuances mais suaves e refinadas, mantendo a capacidade de transformação que a cor já mostrou ao longo da história. Vestidos, acessórios e maquiagens rendem-se a tonalidades etéreas que vão do blush ao rosa chá.

A recorrência do rosa aconteceu em diferentes frentes. Em 2024, o retorno do bloco rosa na Victoria’s Secret, com Gigi Hadid abrindo a apresentação em pink, reacendeu o interesse pela cor. Madonna também reaparece em rosa em referência ao seu novo álbum, Confessions II. Esses sinais se consolidaram no Met Gala.

No rodapé das passarelas

No Met Gala, dois looks se destacaram. Sunday Rose, filha de Nicole Kidman, apostou em Dior com blush e lavanda, com flores 3D e saia fluida. Amanda Seyfried escolheu Prada em rosa chá clássico, com tom contemporâneo de noiva. Kate Middleton apareceu em um visual rosado que reforçou a elegância.

Novos caminhos de 2026

Nas passarelas de 2026, a Chanel mostrou blush em musseline quase translúcido. Dior elevou o rosa a estruturas mais defined, enquanto a Chloé combinou o tom com uma estética poética dos anos 60 e 70. A Sandy Liang deu uma leitura esportiva, provando que o rosa pode ser cool e urbano.

Beleza e cultura do rosa

Na maquiagem, o ballet blush ganhou espaço, com acabamento acetinado que transmite saúde. A escolha do rosa claro costuma expressar delicadeza e feminilidade, segundo a stylist Manu Carvalho. O rosa carrega ainda uma história marcada por mudanças de significado ao longo de gerações.

Contexto histórico da cor

O rosa já foi visto como masculino, ao ser interpretado como uma versão mais suave do vermelho, ligado à guerra. Em contrapartida, o azul ficou associado à pureza feminina. O rosa moderno nasceu na França do século XVIII e ganhou impulso no cinema de Hollywood no século XX.

Transformações que não param

Entre décadas, o rosa foi símbolo de contracultura, protesto e resistência, além de iconizar a feminilidade na moda feminina. Hoje, a cor continua em constante reinvenção, mantendo-se relevante em diferentes manifestações culturais e estéticas.

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