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Danni Suzuki explica seu trabalho em neurociência fora da TV

Atriz e pesquisadora da PUC‑RS discute neurociência, impactos da tecnologia na saúde emocional e o lançamento de livro

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  • Danni Suzuki, 48, é pesquisadora e professora de neurociência na PUC-RS e é a convidada do programa semanal da coluna GENTE.
  • Ela deve lançar o livro Humanos do Futuro: Por Que a Revolução Tecnológica Exige uma Revolução Humana, destacando impactos da tecnologia na saúde emocional e nas relações.
  • A trajetória mistura pesquisa, coaching e experiências com tribos urbanas, reforçando o interesse pelo comportamento humano.
  • A atriz ressalta a solidez da dependência tecnológica, a solidão na era digital e a necessidade de adaptação sem perder a identidade.
  • No entretenimento, está em projetos como a série Delegacia de Homicídios para a Disney+, com participações em Globoplay e Record, além de lançar um curso sobre conexões emocionais.

Danni Suzuki, aos 48 anos, transita entre atuação, docência e pesquisa em neurociência. A atriz é a convidada fixa da coluna GENTE, em formato de programa semanal. O conteúdo está disponível no VEJA+ e em plataformas de streaming, com versão em podcast no Spotify.

Antes da televisão, Suzuki já marcava presença como apresentadora e diretora. Hoje, atua como pesquisadora e professora na PUC-RS, com especialização em neurociência. Em paralelo, prepara o lançamento do livro Humanos do Futuro: Por Que a Revolução Tecnológica Exige uma Revolução Humana, que discute efectos da tecnologia na saúde emocional e nas relações.

A obra reúne termos da neurociência e experiências pessoais para defender o equilíbrio entre mundo digital e essência humana. O propósito é observar como as inovações alteram comportamentos e decisões no dia a dia.

Carreira, pesquisas e visão sobre tecnologia

Suzuki relata interesse histórico pelo comportamento humano, iniciado durante entrevistas com tribos urbanas. Ela comenta experiências morando com povos como Xingu, ciganos, Hare Krishnas, gueixas no Japão e esquimós no Alasca, que influenciaram sua compreensão de diferentes visões de vida.

Ela explica que o estudo das emoções tem guiado sua trajetória, indo além da prática artística. O foco é entender como emoções moldam escolhas, relações e a própria identidade diante da tecnologia.

Realidade tecnológica e práticas de uso

A pesquisadora observa que a tecnologia facilita a comunicação, mas aumenta sentimentos de solidão e ansiedade. Ela aponta a necessidade de reconhecer que a tecnologia molda valores e comportamentos, exigindo estratégias para manter a identidade humana.

Sobre hábitos digitais, Suzuki admite dificuldade em permanecer sem celular. Ela descreve tentativas de limitar uso diário, com notificações que ajudam a conter o tempo gasto em redes.

Inteligência artificial e próximos passos

Entre os diferenciais da IA, ela ressalta que a espiritualidade, a fé e as emoções humanas persistem como fontes únicas. A autora relata um experimento em que criou uma versão de si mesma baseada em inteligência sintética, que ofereceu perspectivas sobre o próprio caminho profissional.

A autora ressalta que a adaptação será crucial frente aos avanços tecnológicos, ampliando possibilidades de atuação profissional. Ela cita mudanças no meio audiovisual, com produções em andamento e novas séries em produção.

_Edição: Libário Nogueira_

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