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Hannah Murray, de Game of Thrones, comenta internação em hospital psiquiátrico

Hannah Murray detalha internação psiquiátrica e o choque entre mundo mágico e realidade, em excerto de memoir

Hannah Murray, photographed in London last month. Styling: Roz Donoghue. Hair and makeup: Lauren McCormack.
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  • Hannah Murray, atriz de Game of Thrones, apresenta trecho exclusivo de seu memoir The Make-Believe: A Memoir of Magic and Madness, descrevendo episódios de psicose e internação psiquiátrica.
  • O relato inclui uma sequência em que uma pessoa em uniforme do NHS entra na sala, cenas de rituais e a sensação de ser um Mestre Ritual, com a narrativa alternando entre a interrupção da vida e a internação.
  • Em meio à experiência, ela recebe uma ligação da mãe; posteriormente, é informada sobre a suposta internação pela seção 2 da Lei de Saúde Mental, com 28 dias e direito de recurso.
  • Murray reflete sobre identidade, magia e salvadora do planeta, associando a si mesma a personagens como a Gilly de Game of Thrones e às próprias performances.
  • O livro será lançado pela Cornerstone; a autora participa de uma conversa em Kings Place, Londres, no dia 5 de junho.

Hannah Murray, atriz conhecida por Gilly em Game of Thrones, publica um trecho de seu memoir que aborda passagens de psicose e a internação em hospital psiquiátrico. O texto faz parte de The Make-Believe: A Memoir of Magic and Madness, publicado pela Cornerstone.

No relato, a justificativa para a internação surge em meio a uma experiência de confusão e alucinações durante o período de tratamento. A narrativa descreve a sensação de ser controlada por personagens e estruturas da própria memória, sem detalhar procedimentos médicos específicos.

Segundo o trecho, a atriz recebe a notificação de que está sendo submetida à seção sob a Lei de Saúde Mental, com previsão de 28 dias e direito de apelação. A passagem enfatiza a tensão entre a identidade artística e a percepção de realidade.

A experiência descrita ocorre em um ambiente hospitalar, com foco em sensações de isolamento, rituais e dissociação. A autora menciona a tentativa de comunicação com familiares, contrapondo a percepção de ameaça com a necessidade de manter a própria narrativa.

O texto, divulgado pela imprensa britânica, integra a promoção da obra de Murray, que também envolve atividades públicas, como uma conversa agendada com Jessie Cave em Kings Place, Londres, em 5 de junho. A publicação reforça o tema da relação entre magia, saúde mental e a criação artística.

O conteúdo representa parte de uma obra mais ampla que retrata a trajetória da atriz, que trabalhou em Detroit e participou de produções associadas a grandes nomes do cinema e da televisão. A autora descreve o caminho de superação como uma jornada pessoal, com referências à energia interna e à imaginação.

A obra The Make-Believe traz uma visão autobiográfica sobre a intimidade entre talento, identidades múltiplas e desafios de saúde mental. O livro está disponível em livrarias e plataformas de venda, sem referências a traduções não autorizadas.

Fontes próximas ao jornal indicaram que Murray participa de entrevistas e eventos para divulgar o livro, sem comprometer a linha de neutralidade jornalística. As informações sobre a internação são apresentadas como parte do relato pessoal e literário, sem conclusão ou opinião.

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