- Maquiadora Cinthia Silva, conhecida por assinar o visual de Anitta e Jojo Todynho, foi presa em flagrante no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, nesta terça-feira (26), durante a terceira fase da Operação Mounjaro.
- A prisão ocorreu em uma ação contra o comércio ilegal de canetas emagrecedoras falsificadas; no apartamento da profissional foram encontrados medicamentos armazenados irregularmente.
- A operação envolve compra e venda de remédios falsos para perda de peso, com 29 mandados de busca e apreensão cumpridos em bairros do Rio e em outros estados.
- Os medicamentos não passavam por controle de qualidade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e apresentavam risco grave à saúde dos compradores; eram comercializados por até metade do preço de lojas oficiais.
- Cinthia Silva deve responder por passagem de informações sobre comercialização e manipulação irregular de medicamentos.
A maquiadora Cinthia Silva foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (26) no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu durante a terceira fase da Operação Mounjaro, que investiga a venda de remédios falsos para perda de peso.
Segundo a Polícia Civil, agentes encontraram diversos medicamentos armazenados irregularmente no apartamento da profissional, ligada ao mundo das celebridades. Ela será investigada pela comercialização e manipulação irregular dos produtos.
A operação teve desdobramentos em outros locais da cidade e em estados brasileiros. Ao todo, foram cumpridos 29 mandados de busca e apreensão em bairros como Ipanema, Leblon, Copacabana e Barra da Tijuca, além de estados como São Paulo, Minas Gerais, Ceará e no Distrito Federal. Os itens falsificados eram vendidos por até metade do preço praticado em farmácias.
Cinthia Silva é conhecida por atender artistas de alto poderio midiático, com histórico de parcerias com nomes como Anitta e Jojo Todynho, entre outros. Além do trabalho na maquiagem, ela já promoveu cursos de automaquiagem para seguidores e tem forte ligação com o samba, tendo atuado como rainha de bateria em escolas do Rio de Janeiro.
Segundo as investigações, os produtos não tinham aprovação da Anvisa nem passagem por controles de qualidade, o que representava risco grave à saúde de quem adquiria as mercadorias. A polícia ressaltou que o esquema envolvia profissionais de saúde, o que conferia aparência de legalidade ao negócio.
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