- Marilyn Monroe foi encontrada morta na madrugada de 5 de agosto de 1962, em Los Angeles; a hora da morte é contestada entre registros da autópsia e depoimentos de testemunhas.
- A versão oficial é de provável suicídio, mas o caso persiste com boatos e teorias da conspiração.
- O jornalista Anthony Summers investigou a fundo a partir de 1982, entrevistando mais de setecentas pessoas; publicou o livro Marilyn Monroe, a Deusa: as Vidas Secretas em dezessete de 1985, base para documentário posterior.
- Há relatos de espionagem envolvendo Monroe e os irmãos Kennedy, com supostos microfones nas casas e arquivos do FBI citados na investigação.
- Novas peças incluem depoimento de Sydney Guilaroff dizendo que Monroe telefonou na noite da morte e mencionou visita de Robert Kennedy; Summers afirma que ele poderia ter saído da cidade antes da notícia.
A morte de Marilyn Monroe, ocorrida em Los Angeles na madrugada de 4 para 5 de agosto de 1962, permanece cercada de dúvidas. Oficialmente classificada como provável suicídio, a caso ganhou foco de investigações e boatos ao longo das décadas.
O caso ganhou contornos adicionais com a obra de jornalistas que revisitaram o tema. O repórter Anthony Summers dedicou anos para ouvir mais de 700 pessoas ligadas à atriz, buscando entender as circunstâncias do falecimento.
O livro de Summers, Marilyn Monroe, a Deusa: as Vidas Secretas, publicado em 1985, questiona as explicações oficiais e sugere ocultação de fatos. O material influenciou documentários posteriores sobre o tema.
A investigação e as peças do quebra-cabeça
Durante a apuração, Summers ouviu a governanta Eunice Murray, além de familiares do psiquiatra Ralph Greenson. Fontes ligadas ao caso mencionaram gravações e investigações de órgãos de segurança na época.
O foco recai sobre possíveis relações entre Monroe e os irmãos John e Robert Kennedy, então figuras centrais na política americana. Relatos indicam que Monroe frequentava a mansão de Peter Lawford, na Malibu.
Testemunhos e horários divergentes
Segundo depoimentos coletados, houve versões diferentes sobre o horário da morte e sobre a presença de pessoas na residência na noite de 4 de agosto. A divergência de horários alimenta dúvidas sobre os eventos da noite.
O médico forense Thomas Noguchi apontou hora provável da morte entre 23h e meia-noite, sugerindo data de 4 de agosto. Registros indicam que uma ambulância foi chamada antes da confirmação do óbito.
Panorama atual e legado
Ao longo dos anos, novas peças do quebra-cabeça foram surgindo, inclusive relatos de outros profissionais da época. As interpretações variam entre diagnóstico de overdose acidental, suicídio e possíveis obstruções de informações oficiais.
Mesmo diante de diferentes versões, Monroe permanece como figura central da cultura popular mundial. A cobertura sobre o centenário de seu nascimento reacende o interesse por seu legado artístico e humano.
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