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Centenário de Marilyn Monroe: o mistério da morte ainda persiste

No centenário de Marilyn Monroe, investigações sugerem que a morte, oficialmente apontada como provável suicídio, pode ter sido um terrível acidente ligado aos Kennedy

Nascida em 1° de junho de 1926, Marilyn Monroe foi encontrada morta em sua casa em Los Angeles, nos Estados Unidos, na madrugada de 4 para 5 de agosto de 1962
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  • Marilyn Monroe foi encontrada morta na madrugada de 5 de agosto de 1962, em Los Angeles; a hora da morte é contestada entre registros da autópsia e depoimentos de testemunhas.
  • A versão oficial é de provável suicídio, mas o caso persiste com boatos e teorias da conspiração.
  • O jornalista Anthony Summers investigou a fundo a partir de 1982, entrevistando mais de setecentas pessoas; publicou o livro Marilyn Monroe, a Deusa: as Vidas Secretas em dezessete de 1985, base para documentário posterior.
  • Há relatos de espionagem envolvendo Monroe e os irmãos Kennedy, com supostos microfones nas casas e arquivos do FBI citados na investigação.
  • Novas peças incluem depoimento de Sydney Guilaroff dizendo que Monroe telefonou na noite da morte e mencionou visita de Robert Kennedy; Summers afirma que ele poderia ter saído da cidade antes da notícia.

A morte de Marilyn Monroe, ocorrida em Los Angeles na madrugada de 4 para 5 de agosto de 1962, permanece cercada de dúvidas. Oficialmente classificada como provável suicídio, a caso ganhou foco de investigações e boatos ao longo das décadas.

O caso ganhou contornos adicionais com a obra de jornalistas que revisitaram o tema. O repórter Anthony Summers dedicou anos para ouvir mais de 700 pessoas ligadas à atriz, buscando entender as circunstâncias do falecimento.

O livro de Summers, Marilyn Monroe, a Deusa: as Vidas Secretas, publicado em 1985, questiona as explicações oficiais e sugere ocultação de fatos. O material influenciou documentários posteriores sobre o tema.

A investigação e as peças do quebra-cabeça

Durante a apuração, Summers ouviu a governanta Eunice Murray, além de familiares do psiquiatra Ralph Greenson. Fontes ligadas ao caso mencionaram gravações e investigações de órgãos de segurança na época.

O foco recai sobre possíveis relações entre Monroe e os irmãos John e Robert Kennedy, então figuras centrais na política americana. Relatos indicam que Monroe frequentava a mansão de Peter Lawford, na Malibu.

Testemunhos e horários divergentes

Segundo depoimentos coletados, houve versões diferentes sobre o horário da morte e sobre a presença de pessoas na residência na noite de 4 de agosto. A divergência de horários alimenta dúvidas sobre os eventos da noite.

O médico forense Thomas Noguchi apontou hora provável da morte entre 23h e meia-noite, sugerindo data de 4 de agosto. Registros indicam que uma ambulância foi chamada antes da confirmação do óbito.

Panorama atual e legado

Ao longo dos anos, novas peças do quebra-cabeça foram surgindo, inclusive relatos de outros profissionais da época. As interpretações variam entre diagnóstico de overdose acidental, suicídio e possíveis obstruções de informações oficiais.

Mesmo diante de diferentes versões, Monroe permanece como figura central da cultura popular mundial. A cobertura sobre o centenário de seu nascimento reacende o interesse por seu legado artístico e humano.

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