- Marcus Ornellas, brasileiro que vive o filho 01, o senador Flávio Bolsonaro, integra o elenco de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro, ao lado de Jim Caviezel, que interpreta o presidente.
- O ator, gaúcho de 44 anos, mudou-se para a Cidade do México em dois mil e cinco para seguir a carreira de modelo e acabou ficando; ganhou visibilidade ao participar do reality Me Quiero Enamorar.
- Tornou-se galã na TV mexicana e já atuou em mais de quinze produções; atualmente vive o protagonista Luis Fernando em Domênica Montero, exibida pelo SBT.
- Marcus se define como “BraXicano” e é casado com a atriz mexicana Ariadne Díaz; uma fonte da equipe de Dark Horse o descreveu como gente boa.
- Em entrevista, o ator disse que Dark Horse o ajudou a sair da zona de conforto e que não pensou em política durante as filmagens, buscando a profundidade emocional do personagem.
Marcus Ornellas, o ator que interpreta Flávio Bolsonaro no filme Dark Horse, participa de um reality de namoro brasileiro e atua em uma novela do SBT. O elenco da cinebiografia liderada por Jim Caviezel inclui artistas menos conhecidos do público nacional, com Ornellas em destaque.
Gaúcho de 44 anos, Ornellas mudou-se para a Cidade do México em 2005 para ampliar a carreira como modelo. Quatro anos depois estreou na televisão no reality Me Quiero Enamorar, ganhando visibilidade e abrindo espaço para papéis de destaque na TV mexicana.
Na sequência, o ator passou a atuar em novelas da Televisa e consolidou a imagem de galã. Atualmente, ele vive o protagonista Luis Fernando na novela Domênica Montero, exibida no SBT na faixa das 21h30. Ornellas se define como “BraXicano”, fruto de uma parceria entre Brasil e México.
Em entrevista à imprensa, uma fonte da equipe de Dark Horse ressaltou que Ornellas é uma “gente boa” e que o ator não tem intenção de politizar sua participação no filme. Ele afirmou ter focado na busca pela profundidade emocional do personagem durante as filmagens.
Sobre a carga de trabalho, Ornellas comentou à edição em espanhol da Hollywood Reporter que o projeto o ajudou a sair da zona de conforto. O artista disse não ter abordado a política do tema, priorizando a construção de uma atuação verossímil.
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