- Milton Cunha revelou à Casa e Jardim que sua peça de apego é uma litografia numerada chamada Carnaval na Praça de Salvador, adquirida há 30 anos.
- A obra foi vendida pelo artista Carybé no ateliê dele em 1997.
- Cunha estava preparando o Carnaval de 1998 para a Escola de Samba União da Ilha do Governador, cujo samba-enredo era Fatumbi, a Ilha de Todos os Santos.
- O item é considerado pessoal pelo carnavalesco: ele não doa, não vende e não empresta.
Milton Cunha, reconhecido intelectual e carnavalesco, revelou à Casa e Jardim a sua peça de apego: uma litografia numerada que possui há cerca de 30 anos. O objeto guarda significados afetivos e não é doado, vendido ou emprestado.
Trata-se da litografia intitulada Carnaval na Praça de Salvador, adquirida na década de 1990. Cunha afirma ter comprado a obra há três décadas e mantê-la com zelo pela lembrança de momentos marcantes de sua carreira no carnaval.
Segundo o carnavalesco, a peça tem ligação direta com o seu trabalho no carnaval de 1998 para a Escola de Samba União da Ilha do Governador. O enredo Fatumbi, a Ilha de Todos os Santos, foi o contexto em que a litografia ganhou seu valor sentimental.
Sobre a obra
A litografia é numerada e foi adquirida no ateliê do artista Carybé, em 1997. Cunha reforça o vínculo com aquele período, em que preparava o desfile para a União da Ilha do Governador, fortalecendo a relação entre arte visual e festa popular.
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