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Biblioteca de Ferréz revela paixão por Hesse, fanzines e Stephen King

Ferréz revela acervo pessoal, da infância com cordéis à biblioteca repleta de Hesse, Stephen King e obras da literatura marginal

Paixão por Hermann Hesse, fanzines e Stephen King: entramos na biblioteca de Ferréz; assista
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  • Ferréz abre o acervo pessoal para a série Coleção de Livros do Estadão, onde mostra parte de sua biblioteca e fala sobre a influência de Hermann Hesse, especialmente o livro Demian, que leu na infância.
  • Hesse e outras referências ajudaram a moldar o escritor, que publicou Capão Pecado e Manual Prático do Ódio e chegou a escrever o posfácio de Knulp, de Hesse.
  • A menor estante da casa, na altura da cintura, guarda cordéis e fanzines, lembranças de início de trajetória quando o escritor criança lia para o pai.
  • Hoje, um cômodo da casa é dedicado exclusivamente à coleção, que já ocupa escritório, corredores e o closet; o tour destaca o acervo na entrevista.
  • Cinco indicações favoritas da coleção: Arquipélago Gulag, de Alexander Soljenítsin; Dissecando Stephen King, de Stephen King; Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus; Pergunte ao pó, de John Fante; Capa preta, de Lourenço Mutarelli.

Em meio aos livros na estante de Ferréz, uma foto de Hermann Hesse chama atenção. O retrato não é da família do escritor; ele comenta que às vezes perguntam se é seu avô. A imagem é de Hesse, Nobel de 1946.

O autor de Capão Pecado relembra o primeiro contato com a leitura: Demian, escolhido acidentalmente pela capa com a figura de Medusa. Ferréz recorda que esse livro o fez perceber que queria ser leitor e não outra coisa.

A biblioteca de Ferréz cresce pela casa: o menor espaço, na altura da cintura, guarda cordéis e fanzines que marcaram o início da relação dele com os livros. Hoje, ele mantém um cômodo dedicado aos seus exemplares, que já invadiu escritório, corredores e o closet.

A série Coleção de Livros do Estadão acompanha Ferréz em visitas a acervos de personalidades da cultura. O episódio mostra a relação do escritor com a própria coleção e o impacto de obras escolhidas ao longo da vida.

Indicações de Ferréz

  • Arquipélago Gulag, de Alexander Soljenítsin: Ferréz afirma ter obsessão pelos gulags e considera a abertura deste livro a melhor já lida.
  • Dissecando Stephen King, de Stephen King: ele destaca o aproveitamento do autor para entender métodos de escrita, especialmente para quem escreve.
  • Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus: título central para quem busca literatura marginal; Ferréz enfatiza possuir exemplar original da época.
  • Pergunte ao pó, de John Fante: o escritor diz ter conectado a obra a partir de uma citação em Bukovski, o que o levou a buscar o autor.
  • Capa preta, de Lourenço Mutarelli: ele lembra a paixão por obras independentes e comenta ter comprado um dos quadrinhos dele ainda adolescente, o que o levou a criar a editora Comix Zone para publicar Mutarelli.

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