- Romulo Arantes Neto contou ao jornal O Globo sobre a perda do pai, Romulo Arantes, que faleceu em um acidente de ultraleve em 2000.
- O ator destacou a importância do padrasto Otavio Muller, que se casou com a mãe Adriana Junqueira em 2005, na sua vida pessoal e na carreira.
- Ele disse que a relação com Otavio evoluiu para um vínculo próximo, quase de pai e filho, alimentado pela admiração pelo universo artístico.
- Sobre o luto, Romulo afirmou que a dor o ajudou a desenvolver resiliência, força emocional e a perseguir seus objetivos.
- Ele ressaltou a finitude da vida e a importância de viver o presente, não deixar para amanhã o que pode fazer hoje.
O ator Romulo Arantes Neto abriu uma conversa sobre a perda do pai, o nadador e ator Romulo Arantes, ocorrido em 2000, e sobre a relação com o padrasto Otavio Muller. A entrevista foi publicada pelo jornal O Globo.
Romulo também destacou a presença de Otavio, que se tornou padrasto há 30 anos, após casar-se com a mãe dele, Adriana Junqueira, em 2005. Segundo o ator, Otavio é uma referência não apenas no plano pessoal, mas também na vida artística.
A relação que se construiu ao longo do tempo
O ator afirmou que a convivência constante ajudou a fortalecer o vínculo com Otavio, que passou a funcionar como uma segunda figura paterna. A admiração mútua pela atuação também foi ressaltada, fortalecendo o apoio à carreira de Romulo.
Ele ainda mencionou que a aproximação foi evoluindo para algo semelhante ao relacionamento entre pai e filho, com Otavio incentivando Romulo a seguir a profissão e a buscar seus objetivos, mesmo diante da dor pela perda.
O impacto da perda na visão de vida
Romulo disse que a ausência do pai ajudou a desenvolver resiliência e uma nova percepção sobre o tempo. A partir da experiência, ele passou a buscar aspectos positivos na dor e a manter o foco nos objetivos.
A reflexão sobre a finitude ganhou espaço na sua visão de presente. O ator destacou que o tempo é curto e que é preciso agir hoje, valorizando as oportunidades enquanto existem.
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