- Virgínia Fonseca revelou ter passado por depressão durante a primeira gravidez, Maria Alice.
- Ela é mãe de três filhos com Zé Felipe: Maria Alice (cinco anos), Maria Flor (três anos) e José Leonardo (um ano e nove meses).
- O relacionamento com Zé Felipe terminou em maio de 2025.
- Virgínia já viveu novo relacionamento com o jogador Vini Jr., que mora fora do Brasil; o namoro terminou há cerca de um mês.
- Em publicação recente, a influenciadora desabafou sobre cobranças e julgamentos na maternidade e sobre a culpa de precisar trabalhar longe dos filhos.
Virgínia Fonseca afirmou, em vídeos publicados neste domingo, que viveu depressão durante a primeira gravidez. A influenciadora detalhou como lidou com cobranças e julgamentos sobre a maternidade e seus filhos. A revelação ocorreu nas redes sociais da empresária.
Ela é mãe de três crianças com o ex-marido Zé Felipe, com quem rompeu em maio de 2025. Maria Alice A 5 anos, Maria Flor tem 3, e José Leonardo, o caçula, tem quase dois. O trio é fruto do antigo relacionamento com o cantor.
O término do relacionamento com Zé Felipe abriu espaço para novos romances. Virgínia iniciou relacionamento com o jogador Vini Jr., com quem mantinha relacionamento à distância, já que ele atua na Europa. O namoro terminou cerca de um mês atrás.
Depressão na gestação e repercussões
A influenciadora relatou que a surpresa da gravidez de Maria Alice ocorreu de forma abrupta, gerando dúvidas sobre a maternidade. Mesmo diante da expectativa de casar e formar a família, houve incertezas no início da gestação.
Segundo Virgínia, a fase inicial da relação com Zé Felipe também contribuiu para o choque emocional durante a gravidez. Ela descreveu sentimentos de culpa e cobrança interna pela situação.
Ela afirmou que, ao descobrir a gravidez, passou a enfrentar depressão. Com o tempo, o sentimento se transformou em amor intenso pela filha e pela ideia de ser mãe, mesmo diante de críticas externas.
A repercussão entre fãs foi mista, com mensagens de apoio e críticas. Diversos seguidores defenderam que a opinião sobre a vida pessoal não deve influenciar o reconhecimento do esforço materno.
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