- A Netflix lançou a minissérie Eu Vou Te Encontrar, marcada como a 12ª parceria entre a plataforma e o escritor Harlan Coben, que desde 2020 soma sucessos para o canal.
- No fim de semana de estreia, a produção ficou entre as dez séries mais assistidas, com 24 milhões de visualizações e 131,7 milhões de horas assistidas.
- O autor tem mais de 37 obras, 36 já lançadas no Brasil, e já vendeu mais de 100 milhões de livros no mundo.
- Em entrevista a VEJA, Coben explica o seu envolvimento nas adaptações: aprova elenco, roteiros e equipe, e participou ativamente das gravações de Eu Vou Te Encontrar.
- Ele afirma que costuma saber o final das histórias antes de começar e que o segredo das viradas está em criar um componente emocional para o público.
A minissérie Eu Vou Te Encontrar, da Netflix, chegou ao catálogo na quinta-feira, 18, marcando a 12ª parceria entre a plataforma e o escritor Harlan Coben. A produção já lidera as séries mais assistidas no fim de semana, com 24 milhões de visualizações e 131,7 milhões de horas assistidas.
Coben mantém forte presença global: o autor americano tem mais de 37 obras publicadas, 36 delas já lançadas no Brasil, e já vendeu mais de 100 milhões de livros. Em entrevista a VEJA, ele detalha o papel na adaptação e o impacto do sucesso nas plataformas.
O envolvimento do escritor varia conforme o projeto: para Eu Vou Te Encontrar, Coben participou ativamente, aprovando elencos, roteiros e diretorias, além de acompanhar filmagens diariamente durante as gravações. Ele também afirma ter sido responsável pela seleção de cada ator.
Qual a fórmula para novas ideias? Segundo Coben, ele pergunta “e se?” ao observar pessoas, buscando entender sonhos e esperanças para criar personagens verossímeis. Ele enfatiza que a emoção do desfecho é o que sustenta a narrativa e as viradas.
Processo criativo
Coben revela que já sabe o final antes de começar a escrever. Em média, o processo leva cerca de nove meses, e ele costuma produzir um livro por ano. Ele explica que inspira-se em histórias que toquem o público e que a empatia é essencial para os protagonistas.
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