- Mariana Xavier, de 46 anos, fala sobre síndrome do impostor e a importância do autoconhecimento para a saúde mental.
- Em entrevista à Quem, ela revelou que parte da vida dedicou-se a mudanças no corpo, deixando de lado sonhos pessoais.
- Ela afirma que autoestima vai além da aparência e que ainda enfrenta momentos de insegurança, principalmente quando a ansiedade aumenta.
- A atriz descreve a síndrome do impostor como sensação de ser uma fraude, mesmo com conquistas, com o medo de ser descoberta.
- O texto aponta sinais como autossabotagem, medo de avaliações e comparação constante; especialistas indicam buscar ajuda profissional quando isso atrapalha a vida, com tratamento geralmente envolvendo psicoterapia e, se necessário, acompanhamento psiquiátrico.
Mariana Xavier, atriz de 46 anos, abriu uma conversa sobre autoestima e síndrome do impostor em entrevista à Quem. A artista afirmou que nem sempre teve a autoconfiança que hoje inspira em suas redes. O objetivo é esclarecer que autoestima envolve mais que aparência e está ligada ao autoconhecimento.
Ela revelou ter passado anos direcionando energia para mudar o corpo, em detrimento de realizar sonhos. Segundo a atriz, a percepção de ser referência em autoestima não dispensa dúvidas internas, especialmente em momentos de ansiedade.
Mariana contou ainda que enfrenta episódios de insegurança quando a ansiedade aumenta e surgem pensamentos associados à síndrome do impostor. Em alguns dias, a autoconfiança volta independentemente do visual, em outros não há vestido que normalize a sensação.
Síndrome do impostor
A síndrome do impostor é um fenômeno que dificulta reconhecer as próprias conquistas. Pessoas acreditam ter tido sorte ou contado com ajuda externa, temendo ser descobertas como fraudas. A experiência gera ansiedade e autocrítica.
Sinais comuns
Entre os comportamentos frequentes estão: trabalhar além do limite para provar competência; autossabotagem por acreditar no fracasso; medo de avaliações e críticas; comparações que diminuem o próprio valor; necessidade de agradar para buscar aprovação.
Quando procurar ajuda
Especialistas orientam buscar apoio profissional quando esses pensamentos atrapalham vida, trabalho ou relações. O diagnóstico envolve avaliação clínica com psicólogos ou psiquiatras, seguindo histórico e instrumentos específicos.
O relato de Mariana Xavier reforça que autoestima envolve lidar com vulnerabilidades sem permitir que definam quem a pessoa é.
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