- Dua Lipa inaugurou a biblioteca permanente chamada “Manifesto Library” com cerca de 100 obras que foram censuradas, proibidas ou alvo de questionamentos públicos.
- A ação é a primeira realização física do universo de Service95 Book Club, o clube de leitura da cantora.
- A curadoria foi orientada por quatro eixos: Poder, Controle, Voz e Memória, reunindo títulos que discutem raça, gênero, identidade, violência política, liberdade intelectual e trauma coletivo.
- Entre os livros listados estão obras como “The God of Small Things” (Arundhati Roy), “To Kill a Mockingbird” (Harper Lee), “The Color Purple” (Alice Walker) e “The Hate U Give” (Angie Thomas).
- A iniciativa busca transformar a censura em um debate público em espaço físico, consolidando a biblioteca como um santuário de memória e resistência.
Dua Lipa anunciou a inauguração de uma biblioteca permanente batizada de Manifesto Library, dedicada a obras que sofreram censura, silenciamento ou questionamentos públicos. O espaço visa reunir 100 títulos e funciona como extensão física do universo do Service95 Book Club, projeto da cantora.
A iniciativa tem como objetivo transformar a censura em debate concreto, exibindo os livros como memória e resistência. A proposta coloca as obras em circulação pública, indo além de discussões apenas no âmbito teórico.
A curadoria segue quatro eixos temáticos: Poder, Controle, Voz e Memória. Assim, não são apenas títulos formalmente proibidos que compõem o acervo, mas também obras que sofreram restrições por discutir raça, gênero, identidade e trauma coletivo.
Obras associadas ao projeto
Entre os títulos listados estão obras amplamente reconhecidas pela discussão sobre censura e liberdade de expressão. A seleção inclui romances, memórias e ensaios de diversas regiões e tradições literárias.
- The God of Small Things, de Arundhati Roy
- Girl, Woman, Other, de Bernardine Evaristo
- Olhos d’Água, de Conceição Evaristo
- My Pen Is the Wing of a Bird, antologia de escritoras Afghanas
- My Friends, de Hisham Matar
- To Kill a Mockingbird, de Harper Lee
- The Adventures of Huckleberry Finn, de Mark Twain
- Born a Crime, de Trevor Noah
- The Color Purple, de Alice Walker
- Nineteen Minutes, de Jodi Picoult
- A Thousand Splendid Suns, de Khaled Hosseini
- The Kite Runner, de Khaled Hosseini
- Descolonizar a Mente, de Ngũgĩ wa Thiong’o
- Stamped from the Beginning, de Ibram X. Kendi
- The Catcher in the Rye, de J. D. Salinger
- The Hate U Give, de Angie Thomas
- Milk and Honey, de Rupi Kaur
- The Vegetarian, de Han Kang
- The Satanic Verses, de Salman Rushdie
- Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez
- Cleptopia, de Tom Burgis
- A Case of Exploding Mangoes, de Mohammed Hanif
- The Banned Books of Lula Dean, de Kirsten Miller
- Animal Farm, de George Orwell
- The Sympathizer, de Viet Thanh Nguyen
- Fahrenheit 451, de Ray Bradbury
- The Handmaid’s Tale, de Margaret Atwood
- Brave New World, de Aldous Huxley
- The Unbearable Lightness of Being, de Milan Kundera
- Go Set a Watchman, de Harper Lee
- Soldados de Salamina, de Javier Cercas
- Maus, de Art Spiegelman
- Persepolis, de Marjane Satrapi
- We Are Not Numbers, antologia sobre a Palestina
- Felon, de Reginald Dwayne Betts
Observação sobre a divulgação
A notícia original foi veiculada pelo POPline, com disseminação do portal que acompanha o tema. A lista de livros e o conceito de biblioteca foram destacados pela divulgação internacional do projeto.
A iniciativa de Dua Lipa reforça a visão de que a censura pode ser discutida e estendida ao espaço público, por meio de itens culturais que convivem com o debate contemporâneo sobre liberdade de expressão e memória coletiva.
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