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Esther Freud relata morte de ambos os pais em quatro dias

A morte de seus pais em quatro dias mergulha Esther Freud no luto intenso, influenciando a memória familiar e a escrita

‘What is the most important lesson life has taught me? Life’s too short to take offence.’ Photograph: Stephen Chung/Alamy Stock Photo/Alamy Live News.
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  • Esther Freud, 63 anos, é filha de Bernardine Coverley e Lucian Freud; vive entre Suffolk e Londres e tem três filhos com o ator David Morrissey.
  • Seu romance de estreia, Hideous Kinky, foi lançado em 1992 e virou filme em 1998, estrelado por Kate Winslet.
  • O seu 10º romance adulto, My Sister and Other Lovers, já está em versão em paperback.
  • Em entrevista, ela fala sobre o luto intenso após a morte dos pais em apenas quatro dias de diferença, descrevendo-se “engulfed” ao correr entre os leitos.
  • Entre outras respostas, comenta que o maior medo é o declínio e que gostaria de ter conseguido entrar no circo, em tom de lembrança pessoal.

Esther Freud, escritora britânica de 63 anos, é filha de Bernardine Coverley e Lucian Freud. Ela começou na atuação e lançou seu primeiro romance, Hideous Kinky, em 1992, que virou filme em 1998 com Kate Winslet. Seu décimo romance adulto, My Sister and Other Lovers, já tem edição em brochura.

A autora vive entre Suffolk e Londres e tem três filhos, todos com o ator David Morrissey. Atualmente, ela trabalha com o marido/companheiro e mantém a trajetória de uma carreira literária marcada pela adaptação de obras para as telas.

Em entrevista, Freud fala sobre a perda de seus pais, ocorrida pouco tempo entre si, descrevendo a experiência como um mergulho profundo e imediato na dor. Ela também comenta sobre a escrita como forma de lidar com a memória e o luto.

Entre outros temas abordados, a autora comenta sua relação com a verdade narrativa, preferindo ver várias perspectivas ao mesmo tempo. Ela revela ainda que mudou de ideia recentemente, ao decidir reescrever um livro infantil em andamento.

A entrevista também aborda a vida pessoal, incluindo o que a inspira, a relação com homenagens à família e a percepção de que o tempo é curto para ofensas. Freud comenta que o amor pode ser visto como proteção ou alerta, sem decidir ainda.

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