- A 33ª Bienal de São Paulo começa nesta sexta-feira, 7, no Pavilhão da Bienal, com cerca de seiscentas obras de arte de quase cem artistas, com entrada gratuita até 9 de dezembro.
- O tema é Afinidades Afetivas, priorizando a experiência do visitante e uma mostra menos centrada em discursos e mais voltada à convivência com a arte.
- A organização é fragmentada entre sete curadores-artistas, que criam coletivas conectadas entre si, além de doze artistas com projetos individuais organizados pelo curador Gabriel Pérez-Barreiro.
- O Guia traz quatro roteiros temáticos distribuídos pelos três andares do edifício, com núcleos e números que ajudam a localizar as obras.
- Também há propostas de mostras individuais de artistas presentes na Bienal e de coletivas para quem desejar explorar mais da arte contemporânea.
A partir desta sexta-feira (7), o Pavilhão da Bienal, projetado por Oscar Niemeyer, recebe cerca de 600 obras de artistas de várias partes do mundo. Ao todo, quase 100 artistas estão presentes na 33ª Bienal de São Paulo, com entrada gratuita até 9/12.
O tema é Afinidades Afetivas. A curadoria fica a cargo do espanhol Gabriel Pérez-Barreiro. A mostra busca aproximar público e arte, priorizando a experiência do espectador em vez de discursos conceituais.
A organização da Bienal é descentralizada, com sete curadores-artistas que criam coletivas conectando seus trabalhos aos de influências. Além disso, 12 artistas possuem projetos individuais organizados por Pérez-Barreiro.
Propostas curatoriais
1. Sentido/Comum – Antonio Ballester Moreno (térreo)
O espanhol relaciona arte e natureza com obras de artistas profissionais e amadores.
2. A Infinita História das Coisas – Sofia Borges (1º andar)
A paulista investiga o inconsciente e a limitação da linguagem para expressar a realidade.
3. O Pássaro Lento – Claudia Fontes (2º andar)
Instalações e vídeos da argentina discutem o ritmo acelerado da vida contemporânea.
4. Sempre Nunca – Wura-Natasha Ogunji (2º andar)
Núcleo composto apenas por obras de mulheres, explorando o espaço expositivo e território.
5. Aos Nossos Pais – Alejandro Cesarco (2º andar)
O uruguaio aborda linguagem e memória, com obras sobre repetição e autoria.
6. Stargazer 2 – Mamma Andersson (3º andar)
A sueca mostra melancolia e relicários, com trabalhos de artistas de diferentes gerações.
7. Os Aparecimentos – Waltércio Caldas (3º andar)
O carioca mescla esculturas próprias e obras de influências em um ambiente único.
8. Individuais
Brasileiros Bruno Moreschi, Denise Milan, Lucia Nogueira, Luiza Crosman, Maria Laet, Nelson Felix, Siron Franco, Tamar Guimarães e Vânia Mignone; argentinos Alejandro Corujeira; guatemalteco Aníbal López; paraguaio Feliciano Centurión.
O Pavilhão da Bienal fica na Av. Pedro Álvares Cabral, 3, no Ibirapuera. O horário é 9h às 19h de terça a domingo, 9h às 22h às quintas e sábados. A entrada é livre até 9/12. Agendamento para visitas de mais de dez pessoas ou escolas pode ser feito pelo telefone 3883-9090.
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