- Em 1993, a Yves Saint-Laurent lançou o perfume Champagne, mas enfrentou uma disputa judicial com o Comitê Interprofissional do Vinho de Champagne (CIVC), resultando na retirada do produto do mercado francês.
- O CIVC protege rigorosamente o nome Champagne, impedindo a venda da fragrância.
- Trinta anos depois, a casa de Champagne de Venoge e o perfumista Xerjoff lançam o perfume Louis XV 1722, que combina safrão e madeira de sândalo.
- O nome do perfume homenageia as cuvées de luxo da casa, atualmente pertencente ao grupo Boizel Chanoine Champagne.
- A casa de Venoge planeja desenvolver um novo perfume rosado inspirado na cuvée Princesse Rosé, buscando explorar a conexão entre as indústrias de champagnes e perfumes.
Em 1993, a Yves Saint-Laurent lançou o perfume Champagne, mas enfrentou uma batalha judicial com o Comitê Interprofissional do Vinho de Champagne (CIVC), que resultou na retirada do produto do mercado francês. O CIVC protege rigorosamente o nome Champagne, e a marca não conseguiu manter sua fragrância à venda.
Trinta anos depois, uma nova colaboração surge entre a casa de Champagne de Venoge e o perfumista italiano Xerjoff. Juntos, eles apresentam o perfume Louis XV 1722, que combina notas de safrão e madeira de sândalo, refletindo a essência dos vinhos de prestígio da marca. O nome do perfume homenageia as cuvées de luxo da casa, que já foi propriedade da família de Mun e atualmente pertence ao grupo Boizel Chanoine Champagne.
Gilles Morisson de La Bassetière, diretor da casa de Champagne de Venoge, destaca que “as bases da criação do champagne e do perfume são próximas”. Ele também revelou planos para desenvolver um novo perfume rosado, inspirado na cuvée Princesse Rosé, que promete capturar a elegância e a sofisticação do vinho.
Essa nova iniciativa marca um retorno ao conceito de associar perfumes e champagnes, que, apesar das dificuldades passadas, agora busca explorar a interseção entre essas duas indústrias de luxo.
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