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Bolding Gallery transforma modelo de galeria e gera expectativa para feiras de arte na Ásia

Bolding Gallery inova no mercado de arte enquanto Japão se destaca com vendas de leilão acima da média global em tempos de crise

Pessoas visitam a feira de arte Frieze Seoul 2022 em Seul no dia 2 de setembro de 2022. (Foto: AFP via Getty Images)
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  • O mercado de arte global enfrenta desafios, com grandes negociantes se afastando e preocupações sobre um colapso.
  • A Bolding Gallery, em Londres, adota um modelo inovador que prioriza a arte e os artistas, realizando nove exposições em dois locais desde sua inauguração em dezembro.
  • O mercado de arte no Japão mostra resiliência, com vendas de leilão totalizando 149,8 milhões de dólares em 2024, uma queda menor que a média global de 27,3%.
  • O Japão registrou a segunda maior quantidade de vendas na última década, com uma taxa de sucesso de 73,9% nas vendas.
  • Artistas como Yayoi Kusama e Takashi Murakami continuam a se destacar, enquanto novos talentos, como Yu Nishimura, têm visto aumentos significativos em suas vendas em leilões.

Mercado de Arte: Inovações e Resiliência em Tempos de Crise

O mercado de arte global enfrenta um momento desafiador, com muitos grandes negociantes se afastando e preocupações sobre um possível colapso do setor. Entretanto, a Bolding Gallery, em Londres, surge como um exemplo de inovação, focando na arte e nos artistas, enquanto o Japão demonstra resiliência, com vendas de leilão superando a média global.

A Bolding Gallery, co-dirigida por Esme Blair e Sam Lincoln, tem se destacado nos últimos nove meses ao adotar um modelo que prioriza a arte e os artistas. Desde sua inauguração em dezembro, a galeria já realizou nove exposições em dois locais, apresentando o trabalho de 15 artistas. O espaço se diferencia por evitar categorizações estéticas, colocando as necessidades de artistas emergentes em primeiro plano. Lincoln destaca que a construção de uma exposição é parte essencial da prática artística.

Enquanto isso, o mercado de arte no Japão apresenta sinais de otimismo. Apesar de uma queda de 19% nas vendas de leilão em 2024, totalizando 149,8 milhões de dólares, o país teve um desempenho melhor que a média global, que caiu 27,3%. Com 24.526 lotes oferecidos, o Japão registrou a segunda maior quantidade de vendas na última década, além de uma taxa de sucesso de 73,9% nas vendas, a mais alta do período.

Artistas renomados como Yayoi Kusama e Takashi Murakami continuam a dominar o mercado japonês, mas novos talentos também estão ganhando destaque. O artista Yu Nishimura, por exemplo, viu seu total em leilões saltar de 272.264 dólares no ano passado para mais de 2,25 milhões de dólares em 2025. Essa tendência é corroborada por economistas que observam que o mercado de arte japonês tem superado a média global nos últimos cinco anos.

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