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Livro e exposição celebram legado do crítico Frederico Morais no GLOBO

O livro e a exposição homenageiam a trajetória de Frederico Morais e sua influência na crítica de arte contemporânea no Brasil

Livro e exposição resgatam colunas do crítico de arte Frederico Morais no GLOBO (Foto: Reprodução)
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  • Frederico Morais, crítico de arte, celebra seu legado com o lançamento do livro “Frederico Morais: arte e crítico” e uma exposição na Pinakotheke Cultural, no Rio de Janeiro.
  • O evento marca os 90 anos de Morais e o centenário do GLOBO, onde ele publicou mais de 2,7 mil artigos entre 1975 e 1987.
  • A exposição apresenta obras de 22 artistas analisados por Morais, incluindo Cildo Meireles e Hélio Oiticica.
  • O filme “Frederico Morais: a crítica-poema”, de Katia Maciel, complementa a mostra, que ficará em cartaz até 18 de outubro.
  • O livro, organizado por Stefania Paiva e Rodrigo Andrade, resgata 500 textos da coluna “Artes Plásticas”, promovendo a discussão sobre arte contemporânea no Brasil.

Frederico Morais, crítico de arte de destaque, celebra seu legado com o lançamento do livro “Frederico Morais: arte e crítico” e uma exposição na Pinakotheke Cultural, no Rio de Janeiro. O evento, que ocorre na abertura da mostra, marca os 90 anos de Morais e o centenário do GLOBO, onde ele publicou mais de 2,7 mil artigos entre 1975 e 1987.

A exposição apresenta obras de 22 artistas que foram analisados por Morais, incluindo nomes como Cildo Meireles e Hélio Oiticica. Além disso, o filme “Frederico Morais: a crítica-poema”, de Katia Maciel, complementa a mostra, que ficará em cartaz até 18 de outubro. O livro, organizado por Stefania Paiva e Rodrigo Andrade, resgata 500 textos da coluna “Artes Plásticas”, um dos principais fóruns de discussão sobre arte contemporânea no Brasil.

Morais, autodidata e nascido em Belo Horizonte, é reconhecido por sua abordagem crítica que vai além das obras acabadas, focando também no processo criativo dos artistas. Stefania Paiva destaca que sua coluna no GLOBO ajudou a formar um público apreciador de arte, promovendo a visita a museus e exposições. O crítico sempre buscou dessacralizar a arte, tornando-a mais acessível e integrando-a à vida cotidiana.

A exposição é dividida em três eixos: a radicalidade dos artistas das décadas de 1960 e 1970, a diversidade dos modernismos brasileiros e a construção de uma vanguarda nacional. Morais, que dirigiu a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e foi curador da I Bienal do Mercosul, sempre se preocupou em aproximar o público da vivência artística, como demonstram seus projetos inovadores.

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