- A coleção de arte da família Weis, com obras de Pablo Picasso e Mark Rothko, será leiloada pela Christie’s em novembro.
- O leilão deve arrecadar mais de $180 milhões e é a primeira vez que a coleção será exposta ao público após quase sete décadas.
- Os herdeiros de Robert F. Weis e Patricia G. Ross decidiram vender 80 obras após a morte de Patricia no ano passado.
- A Christie’s ofereceu um adiantamento de quase $200 milhões, demonstrando confiança na coleção, mesmo com o mercado de arte em declínio.
- Entre as obras em destaque estão No. 31 (Yellow Stripe) de Rothko, avaliada em $50 milhões, e La lecture (Marie-Thérèse) de Picasso, estimada em $40 milhões.
A coleção de arte da família Weis, composta por obras de artistas renomados como Pablo Picasso e Mark Rothko, será leiloada pela Christie’s em novembro. O evento, que promete arrecadar mais de $180 milhões, marca a primeira vez que a coleção, mantida em segredo por quase sete décadas, será exposta ao público.
Os herdeiros de Robert F. Weis, ex-presidente da rede de supermercados Weis Markets, e de sua esposa, Patricia G. Ross, decidiram vender 80 obras após a morte de Patricia no ano passado. Em um comunicado, os filhos expressaram a alegria que a coleção trouxe à família, ressaltando a importância da arte em suas vidas.
A Christie’s garantiu a venda ao oferecer um adiantamento de quase $200 milhões, o que demonstra confiança na coleção em um momento em que o mercado de arte enfrenta um declínio. Segundo a ArtTactic, as principais casas de leilão, incluindo Christie’s, Sotheby’s e Phillips, registraram uma contração de 6% no primeiro semestre de 2024, devido a mudanças nos gostos dos colecionadores e à instabilidade econômica.
Entre as obras em destaque, está No. 31 (Yellow Stripe) de Rothko, avaliada em $50 milhões, e La lecture (Marie-Thérèse) de Picasso, com estimativa de $40 milhões. Outros itens notáveis incluem uma paisagem fauvista de Georges Braque e uma pintura de Piet Mondrian, ambas com valores entre $20 milhões e $30 milhões.
Max Carter, vice-presidente da Christie’s, descreveu a coleção como “o melhor do Modernismo”, destacando sua qualidade e interconexão. A expectativa é que o leilão da coleção Weis possa influenciar o futuro do mercado de arte, servindo como um termômetro em tempos desafiadores.
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