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Barbara Jakobson, importante colecionadora e ex-conselheira do MoMA, falece aos 92 anos

Barbara Jakobson, icônica colecionadora de arte, faleceu aos 92 anos, deixando um legado significativo na arte contemporânea de Nova York

Barbara Jakobson em sua casa na Upper East Side (Foto: Reprodução)
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  • Barbara Jakobson, colecionadora de arte, faleceu aos 92 anos em Manhattan no dia 25 de agosto, devido a pneumonia.
  • Ela foi uma figura central no cenário artístico de Nova York e esteve na lista dos Top 200 Colecionadores da ARTnews entre 1990 e 1992.
  • Jakobson foi membro do conselho do Museum of Modern Art (MoMA) a partir de 1974 e contribuiu para a aquisição de obras importantes.
  • Nascida em Brooklyn em 31 de janeiro de 1933, estudou história da arte em Smith College e ajudou a fundar o Studio Museum em Harlem.
  • Em 2005, leiloou 41 obras de sua coleção, arrecadando R$ 1,9 milhão, parte destinada ao fundo de aquisições do MoMA.

Barbara Jakobson, uma colecionadora icônica do mundo da arte, faleceu aos 92 anos em Manhattan no dia 25 de agosto, devido a pneumonia. Sua morte marca o fim de uma era para o cenário artístico de Nova York, onde ela foi uma figura central por décadas.

Jakobson foi reconhecida por suas amplas relações com artistas, negociantes e curadores, figurando na lista dos Top 200 Colecionadores da ARTnews entre 1990 e 1992. Ela teve um papel fundamental no Museum of Modern Art (MoMA), onde se tornou membro do conselho em 1974 e ajudou a adquirir obras significativas, como “Bed” de Robert Rauschenberg, uma das primeiras “Combines” do artista.

Legado e Contribuições

Nascida como Barbara Petchesky em 31 de janeiro de 1933, em Brooklyn, Jakobson estudou história da arte em Smith College. Sua paixão pela arte começou cedo, quando recebeu uma associação ao MoMA de sua tia aos 12 anos. Em sua trajetória, ela se tornou uma das fundadoras do Studio Museum em Harlem, enfatizando a importância da diversidade na arte.

Em 2005, Jakobson leiloou 41 obras de sua coleção na Christie’s, arrecadando 1,9 milhão de dólares, com parte dos lucros revertidos para o fundo de aquisições do MoMA. Sua casa na Upper East Side, onde viveu desde 1965, era um reflexo de sua paixão, repleta de obras de artistas renomados como Diane Arbus e Robert Mapplethorpe.

Reconhecimento e Impacto

Jeffrey Deitch, um conhecido negociador de arte, descreveu Jakobson como uma das poucas pessoas essenciais para o funcionamento do sistema artístico, destacando sua habilidade em moldar o consenso sobre arte e qualidade. Sua visão e amor pela arte contemporânea foram evidentes em suas ações e na forma como cultivou sua coleção ao longo de setenta anos.

Jakobson deixa um legado duradouro, não apenas por suas contribuições ao mundo da arte, mas também por seu compromisso em apoiar e promover artistas emergentes. Sua história é um testemunho da intersecção entre arte, colecionismo e a cultura contemporânea.

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