- Nicholas Galanin, artista, retirou-se de um simpósio no Smithsonian American Art Museum, programado para este sábado.
- A decisão foi motivada por alegações de censura, pois não poderia gravar ou compartilhar o evento.
- O simpósio faz parte da exposição “The Shape of Power: Stories of Race and American Sculpture”, criticada por Donald Trump em uma ordem executiva.
- Galanin afirmou que a proibição de gravações “efetivamente censura” os participantes e pediu que seu texto fosse lido no evento.
- O Smithsonian negou censura, explicando que a decisão visava respeitar a privacidade dos participantes e lamentou a ausência do artista.
Nicholas Galanin, artista renomado, anunciou sua retirada de um simpósio no Smithsonian American Art Museum, programado para este sábado. A decisão foi motivada por alegações de censura, uma vez que ele foi solicitado a não gravar ou compartilhar o evento nas redes sociais. O simpósio faz parte da exposição “The Shape of Power: Stories of Race and American Sculpture”, que foi criticada por Donald Trump em uma ordem executiva, onde o ex-presidente afirmou que os museus estavam sob influência de uma ideologia racial divisiva.
Galanin expressou sua insatisfação em uma postagem no Instagram, afirmando que a proibição de gravações e compartilhamentos “efetivamente censura” os participantes. Ele reconheceu a dificuldade enfrentada pelos curadores e organizadores devido à revisão governamental das programações do Smithsonian, que busca silenciar conteúdos não aprovados pela administração atual. O artista, que já havia elogiado o papel dos museus na preservação de narrativas históricas, pediu que seu texto fosse lido durante o simpósio.
Em resposta, um porta-voz do Smithsonian negou qualquer ato de censura, explicando que a decisão de não permitir gravações foi tomada para respeitar a privacidade dos participantes. A instituição lamentou a ausência de Galanin, destacando suas contribuições significativas para a exposição. O simpósio, que não está listado publicamente no site do Smithsonian, contará com a presença de outros artistas e críticos, como Titus Kaphar e Aruna D’Souza.
A exposição em questão, que abrange obras de 1792 a 2023, visa explorar como a escultura, criada por artistas diversos, narra uma história inclusiva da América, abordando temas como raça e identidade.
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