- O Munch Museum, em Oslo, anunciou a artista palestina Samia Halaby como a segunda vencedora do Munch Award.
- A premiação, que reconhece a liberdade de expressão artística, ocorreu na terça-feira.
- Halaby receberá 300.000 coroas norueguesas (aproximadamente 30.000 dólares) por seu trabalho em defesa de causas sociais.
- A diretora do museu, Tone Hansen, destacou o compromisso de Halaby em protestar contra injustiças sociais relacionadas a classe, gênero e raça.
- O júri incluiu profissionais renomados, que ressaltaram a luta de Halaby contra a censura nas artes.
O Munch Museum, em Oslo, anunciou que a artista palestina Samia Halaby é a segunda vencedora do Munch Award, que premia a liberdade de expressão artística. A cerimônia ocorreu na terça-feira e Halaby receberá 300.000 coroas norueguesas (aproximadamente 30.000 dólares) pelo seu trabalho em defesa de causas sociais.
Halaby foi escolhida por seu compromisso de longa data em protestar contra injustiças relacionadas a classe, gênero e raça. A diretora do museu, Tone Hansen, destacou que a premiação não apenas reconhece a carreira artística de Halaby, mas também sua luta por justiça e mudança. Em um momento em que vozes artísticas são frequentemente silenciadas, é essencial que instituições culturais apoiem e amplifiquem essas vozes.
O júri deste ano incluiu Hansen, a artista e curadora Wanda Nanibush, Yvette Mutumba, cofundadora da revista de arte Contemporary &, e Cosmin Costinas, curador do Haus der Kulturen der Welt em Berlim. Eles ressaltaram que Halaby é uma crítica ativa da censura nas artes, enfrentando desafios ao longo de sua trajetória.
O Munch Award foi inaugurado no ano passado, com a primeira vencedora sendo a artista brasileira Rosana Paulino, que anunciou planos de usar o prêmio para criar o Instituto Rosana Paulino em São Paulo, focado na representação da imagem negra na sociedade brasileira. Halaby ainda não divulgou como pretende utilizar o prêmio recebido.
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