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Dry Martini evolui e retorna aos balcões

Dry Martini volta a dominar bares e ganha espaço acadêmico, com lançamentos de livros no maior congresso mundial de bares em Nova Orleans

Márcio Silva, premiado bartender mentor e empresário da indústria de bares • Divulgação
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  • O Dry Martini voltou a dominar bares, com renovado interesse registrado no maior congressos mundial de bares em Nova Orleans, onde foram lançados diversos livros dedicados ao coquetel.
  • Há duas versões históricas da origem: o Martini nasceu por volta de 1880 no Occidental Hotel, em São Francisco (coquetel Martinez), e também é associado ao bartender Martini di Arma di Taggia, do Hotel Knickerbocker, em Nova York, por volta de 1910.
  • Ao longo do século XX, celebridades como Ernest Hemingway, Frank Sinatra e James Bond popularizaram variações e rituais do Dry Martini, cada um com assinatura própria.
  • No preparo, o gelo deve ser cristalino e a taça muito gelada; o gim precisa ter personalidade, o vermute seco deve agir como perfume, e os bitters ajudam nas nuances, com azeitona ou twist de casca cítrica na finalização.
  • O renascimento atual valoriza o detalhamento, o tempo e o essencial da coquetelaria, apontando para um retorno do Dry Martini ao centro da cena mundial.

Foi registrado um ressurgimento do Dry Martini em bares ao redor do mundo. O retorno acontece de forma perceptível durante o maior congresso global de bebidas, realizado em Nova Orleans, onde surgiram diversos livros dedicados ao coquetel. A notícia aponta para um renovado interesse acadêmico e prático na coquetelaria.

Historiadores e bartenders destacam o Dry Martini como símbolo de elegância desde o fim do século XIX. A teoria mais comum atribui a origem ao coquetel Martinez, por volta de 1880, em São Francisco, ligado a uma corrida do ouro. Outra versão aponta Martini di Arma di Taggia, no Hotel Knickerbocker, em Nova York, por volta de 1910, como criador da base atual.

O que mudou no cenário atual

O retorno ganhou veiculação de livros e debates acadêmicos no evento em Nova Orleans, com novas leituras sobre o papel do coquetel na cultura. Em diferentes cidades, de Tóquio a São Paulo, o Dry Martini volta a ser estudado com rigor técnico, mantendo sua presença como símbolo de estilo e precisão.

Quem está envolvido

bartenders e especialistas que promovem pesquisas históricas e técnicas acompanharam as apresentações. Entre referências históricas, destacam-se modos de preparo, uso de gim de personalidade marcante, vermute seco e a necessidade de gelo de qualidade. O cuidado com a azeitona, o fico cítrico e a temperatura ideal são ressaltados.

Quando e onde ocorreu o marco

O renascimento foi observado neste ano na conferência de Nova Orleans, cidade-sede do maior encontro mundial de bares. O evento reuniu profissionais, academias e divulgadores da coquetelaria, com lançamentos de obras dedicadas ao Dry Martini.

Por que isso importa

A edição enfatiza o Dry Martini como um gesto de identidade e uma celebração do detalhamento técnico. O coquetel deixa de ser apenas bebida para representar uma postura de estilo, tempo e tradição presente na cultura de bares ao redor do mundo.

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