- Dia Internacional da Waffle é celebrado em 25 de março e teve origem na Suécia, ligado à festa religiosa da Anunciação, conhecida como Our Lady’s Day (Dag dan).
- Na Suécia, o dia passou a ser chamado Våffeldagen, aproximando-se da palavra para waffle, e hoje a data é mais associada ao doce do que ao aspecto religioso.
- Existem mais de duas dúzias de tipos de waffles ao redor do mundo; entre eles está o waffle sueco, mais fino e sem fermento, servido geralmente com frutas, chantilly ou sorvete.
- O stroopwafel holandês é feito com duas placas finas de waffle unidas por caramelo.
- Os waffles belgas são os mais conhecidos, com dois estilos principais: o Brussels (retangular, leve, com toppings) e o Liège (redondo, com açúcar de pérola, mais doce e geralmente com menos coberturas).
O Dia Internacional da Waffle é celebrado em 25 de março, data de origem sueca que associa a iguaria a uma tradição religiosa. A ligação nasceu quando a palavra equivalente em sueco para a festa cristã soou parecida com o termo local para waffle.
A celebração ganhou projeção global pela popularidade do alimento. Hoje, muitos consumidores escolhem a waffle como motivo de celebração, independentemente de ritos religiosos. O foco permanece na variedade e no sabor.
Existem mais de duas dúzias de estilos de waffle em todo o mundo, oferecendo opções para diferentes gostos e ocasiões. Em versão tradicional, a origem sueca permanece marcada pela forma de coração e por acompanhar frutas ou Chantilly.
Tipos de waffles ao redor do mundo
Entre as opções mais conhecidas estão as waffles suecas, finas e sem fermento, que lembram panquecas. Já o stroopwafel holandês é feito de duas massas finas com caramelo no meio, conhecido como waffle de xarope.
O waffle de Hong Kong, também chamado egg ou bubble waffle, destaca-se pela textura crocante e formato de bolhas. As bolhas costumam ser consumidas como aperitivo ou formam uma casca para coberturas.
Bruxelas vs Liège: diferenças principais
No cenário belga, há duas variedades distintas. A Bruxelas é retangular, leve e doce, tradicionalmente servida com açúcar de confeiteiro ou coberturas como creme, caramelo ou sorvete.
A Liège utiliza açúcar de pérola na massa, resultando em maior doçura e textura mais densa. Por não exigir coberturas, costuma ser comida em movimento, sem utensílios.
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