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Fósseis vivos dentro de nós: o papel do microbioma na nossa evolução

Poética de Celacanto revela o fóssil vivo da memória familiar e da linguagem, conectando passado e futuro em leitura geracional

O celacanto: fóssil vivo e metáfora na poesia de Thiago Ponce de Moraes
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  • Celacanto é o novo livro de poemas de Thiago Ponce de Moraes, publicado pelo Circulo de Poemas.
  • A obra usa o celacanto, um fóssil vivo, como metáfora para explorar memória, origem biológica e a relação entre linguagem e família.
  • O texto discute a poesia e a psicanálise como formas de lidar com tempo, memória e sentidos, destacando a continuidade entre passado e presente.
  • A leitura em voz alta de poesia é sugerida como modo de aproximar pais, filhos e avós, mobilizando memórias e fortalecendo vínculos familiares.
  • A obra apresenta o tempo como espaço de coexistência entre ancestral e atual, rompendo a ideia de linguagem como mera comunicação para revelar sentidos mais profundos.

O livro Celacanto, de Thiago Ponce de Moraes, publicado pelo Círculo de Poemas, funciona como uma reflexão sobre memória, carne e língua. O título remete a um fósil vivo que ainda emerge em mares e memória humana.

A obra utiliza o celacanto como metáfora de origem, memória familiar e linguagem. O autor explora vínculos entre pai, filho e avós, além de traçar ligações entre memórias genéticas e formas de expressão.

O texto propõe uma leitura que cruza poesia e psicanálise, destacando como o poema convoca tempos, lembranças e vínculos. A abordagem enfatiza a experiência de leitura como viagem geracional.

Em divulgação, a obra aponta a leitura como ferramenta de encontro entre gerações. Ler em voz alta e dialogar sobre as reverberações dos versos pode estreitar laços familiares.

Olhando para a relação entre ciência, linguagem e arte, Celacanto sugere que a poesia resiste ao tempo e revela o que permanece no corpo, na memória e na história de uma família.

Conexões entre poesia e psicanálise

A obra discute como poesia e psicanálise compartilham um modo de estar no mundo, de ouvir a diferença e de usar a linguagem sem impor conclusões definitivas.

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