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Marina Fontana participa da exposição Constelações Contemporâneas

Marina Fontana participa da mostra Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, no Teatro Nacional, enfatizando a relação entre natureza e memória

Marina Fontana
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  • Marina Fontana, mineira de Belo Horizonte criada em Brasília, integra a exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, no foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro.
  • A mostra, promovida pelo Metrópoles, reunirá cerca de 40 artistas para celebrar a produção contemporânea de Brasília.
  • Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília, Marina trabalha fotografia, pintura e colagem, buscando traduzir o invisível e o sensível da natureza.
  • Na programação, ela apresenta as séries Pau-ferro Brasília e Rizomas da Alma Brasília, com temas sobre a árvore pau-ferro e a relação entre o biológico e o existencial.
  • Serviço: de 12 de maio a 5 de julho, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional, aberto diariamente das 12h às 20h, com entrada gratuita.

Marina Fontana integra a exposição Constelações Contemporâneas, que acontece no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro. Mineira de Belo Horizonte e criada em Brasília desde os 3 anos, a artista participa da mostra que reúne cerca de 40 nomes da cena local. A curadoria é do Metrópoles, que busca celebrar a diversidade da produção artística da capital.

Formada em Arquitetura e Urbanismo pela UnB, Fontana soma mais de duas décadas na profissão, incorporando rigor técnico ao traço, à organização do espaço e à relação entre forma e função. A trajetória ganha continuidade na prática artística, construída a partir de memórias, paisagens e sensibilidade.

Sobre o percurso criativo, a artista explica que a infância em meio a referências afetivas moldou sua obra. O diálogo com a natureza, especialmente com o cerrado, é destacado como eixo de observação e construção estética ao longo da vida.

Processo criativo e obras

Na fotografia, Fontana registra texturas, formas e gestos naturais que ganham pintura e colagem. A transição da aquarela para tinta acrílica ampliou o uso de camadas, transparências e gestualidade na pintura. A colagem favorece a incorporação de fotografias, papéis e tecidos em composições orgânicas.

A série Pau-ferro Brasília traduz a monumentalidade da árvore-tótem, com tons de verde, ocre e terrosos que simulam o crescimento do cerne e a desossa das cascas. As texturas sugerem renovação, tempo e resistência da vida. Já Rizomas da Alma Brasília explora a conectividade entre biológico e existencial, em composições que se organizam como organismo vivo em transformação.

Sobre a exposição e o espaço

Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília amplia a atuação do Metrópoles na promoção da arte acessível e dialogada. O projeto mantém a ideia de Brasilidade sob o conceito de constelação, fomentando encontros e múltiplos pontos de vista.

O Foyer da Sala Villa-Lobos, marcado pelo paisagismo de Burle Marx, é descrito pela artista como um espaço emotivo. Fontana descreve a participação como uma honra e uma alegria, fruto de uma trajetória ligada ao Teatro Nacional.

Participantes e funcionamento

Entre os nomes reunidos estão Andre Santangelo, Carlos Lin, Marina Fontana, Rogério Roseo e outras dezenas de artistas da cena local. A mostra funciona como um manifesto de arte brasiliense, reunindo propostas de diferentes gerações e linguagens.

A exposição ocorre de 12 de maio a 5 de julho, com entrada gratuita. O horário de visitação é das 12h às 20h, diariamente, no Teatro Nacional.

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