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7 livros que chegam em maio são aguardados

Sete lançamentos de livros de arte em maio conectam crítica cultural, história da arte e o papel da tecnologia na prática artística

7 Books We’re Looking Forward to in May
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  • That Figures: Selected Writings by Dena Yago — editada por Antonia Carrara, com prefácio de McKenzie Wark; aborda a estética da vida cotidiana, ironia, cringe e normcore, situando‑se na cultura visual do fim do capitalismo.
  • Glorious Country: How the Artist Frederic Church Brought the World to America and America to the World — Victoria Johnson; biografia do pintor paisagista do século XIX que ajudou a projetar a imaginação americana e a mapear a arte global, ligando arte ao Metropolitan Museum of Art.
  • How to See Like a Machine: Images After AI — Trevor Paglen; reúne ensaios sobre o que as imagens fazem, explorando temas desde ufologia até operações psicológicas sob uma ótica de vigilância e controle.
  • Anni Albers: A Life — Nicholas Fox Weber; biografia da poeta têxtil Anni Albers, destacando seu papel de ponte entre Bauhaus e Black Mountain College e a visibilidade de obras em fibra.
  • High Waters: An Oral History of the Venice Biennale — Massimiliano Gioni; coletânea de entrevistas com curadores da Bienal de Veneza, incluindo nomes como Okwui Enwezor e Cecilia Alemani, contextualizando a mostra.

A coletiva de maio traz uma seleção de livros de arte com foco em crítica, história e prática criativa. A curadoria reúne títulos que exploram desde a cultura visual contemporânea até a biografia de artistas icônicos. A publicação promete leituras para quem gosta de ensaios, biografias e história da arte.

Entre os destaques está That Figures, que reúne escritos de Dena Yago com apresentação de Antonia Carrara. O livro aborda a linguagem da cultura visual sob a ótica de movimentos como o “normcore” e a ironia na era do capitalismo tardio.

Outro título em evidência é Glorious Country, de Victoria Johnson. A obra propõe uma biografia do artista Frederic Church, discutindo seu papel na construção de uma imaginação americana e na fundação do Met, ao mesmo tempo em que analisa impactos políticos da representação.

How to See Like a Machine, de Trevor Paglen, reúne ensaios sobre imagens e sua função na era da IA. O autor analisa o que as imagens fazem, indo de UFOs a operações de psyops, com linguagem clara e abordagem crítica.

Anni Albers: A Life, de Nicholas Fox Weber, recupera a trajetória de uma figura-chave do Bauhaus, destacando o papel das têxteis na modernidade. A biografia ressalta a atuação de Albers como ponte entre mundos artísticos e movimentos.

High Waters, de Massimiliano Gioni, traz uma visão sobre a Venice Biennale por meio de entrevistas com curadores, incluindo nomes como Okwui Enwezor e Cecilia Alemani. O livro revisita a memória e a prática curatoriale.

Nonstop Bodies, de Rennie McDougall, explora a relação entre dança, cultura urbana e história de Nova York. Ao abordar desde o avant-garde até temas de rua, o livro convida o leitor a se mover enquanto lê.

Last Supper, de Paul Elie, discute os conflitos culturais dos anos 1980. A obra se insere em uma série que analisa as guerras culturais da época, sem oferecer conclusões, apenas fatos e contextos históricos.

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