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Mais palavras na ponta da língua: estudo analisa fenômeno

Grande Dicionário de Palavras na Ponta da Língua, com 500 páginas em branco alimentadas por IA, busca uso universal em provas, audiolivros e formatos acessíveis

Um 'Grande Dicionário de Palavras na Ponta da Língua' criado pela IA
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  • Em 11 de maio, foi mencionada a ideia do “Grande Dicionário de Palavras na Ponta da Língua” do poeta Antonio Carlos Secchin.
  • O dicionário seria composto de 500 páginas em branco, reunindo palavras que costumam escapar quando estamos com a língua travada.
  • Seria útil em provas, concursos, leitura para alfabetizados e analfabetos, em audiolivro sem ruído e em edição gigante para deficientes visuais; edições em branco serviriam a leitores que raramente chegam à orelha do livro.
  • Com a contribuição de leitores, a obra poderia virar uma edição de 700 páginas, com potenciais edições piratas que complicariam a remuneração de direitos autorais.
  • O projeto atenderia também criativamente colegas poetas, com instruções para escrever sonetos sem sílabas métricas ou rimas, além de poemas concretistas totalmente em branco; já há expectativa de pré-venda do exemplar zero.

Na segunda-feira 11/5, surgiu a ideia do Grande Dicionário de Palavras na Ponta da Língua, proposta pelo poeta Antonio Carlos Secchin, membro da Academia Brasileira de Letras. O projeto prevê um dicionário de 500 páginas em branco, composto por palavras que costumam escapar quando mais precisamos.

A proposta ganhou apoio entre leitores, que afirmaram ficar sem palavras para expressar entusiasmo. A ideia é apresentar um dicionário neutro, que possa ser usado em provas, concursos e em situações do cotidiano sem favorecer fraudes ou privilegiar quem lê com mais facilidade.

Segundo a proposta, o dicionário seria útil para alfabetizados e analfabetos, e poderia ser lido em voz alta em salas de espera sem incomodar. Em audiolivro, a qualidade da gravação seria essencial, e edições para deficientes visuais seriam pensadas com tamanho especial.

Além disso, o projeto prevê edições específicas, como uma versão ilustrada com desenhos apagados a lápis, além de edições em formato gigante para quem lê menos que a orelha de um livro. Preços e prazo de lançamento ainda não foram anunciados pelos produtores.

Com o conceito em discussão, a ideia de Secchin já desperta interesse de leitores que se dizem curiosos pela pré-venda de um exemplar zero. Detalhes sobre a viabilidade financeira e o modelo de publicação devem ser anunciados em breve.

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