- Parques infantis estão ampliando atuação, deixando os buffets para trás e chegando a restaurantes, academias, salões, clínicas e supermercados, buscando conveniência para as famílias.
- A tendência ganha destaque na Celebra Show 2026, principal feira de festas, parques e celebrações da América Latina.
- O especialista Hubert Krause aponta que o setor passa a atuar fora do circuito tradicional, com crescimento na demanda por projetos para estabelecimentos não ligados a buffets.
- A Ladeia Park já destina 40% das vendas a segmentos além de buffets, como salões de beleza, escolas, hospitais e condomínios.
- Surgimentos de parques de grande porte também ganham espaço, como o Titan Park em Uberaba, com temática de dinossauros; a Celebra Show ocorre de 31 de maio a 3 de junho, em São Paulo.
O modelo tradicional de parques infantis, antes associado a buffets, está se transformando no Brasil. Eles passam a atuar em restaurantes, salões, academias, clínicas e supermercados, acompanhando a demanda por conveniência e experiências.
A tendência ganha força com a Celebra Show 2026, principal feira de festas, parques e celebrações da América Latina, que destaca a expansão do entretenimento para ambientes fora do circuito de festas.
Especialistas afirmam que ambientes com crianças podem incorporar atividades lúdicas para aumentar o tempo de permanência e facilitar a rotina dos pais, conectando entretenimento a diferentes estabelecimentos.
A Ladeia Park já aponta o movimento: 40% das vendas vão para segmentos além dos buffets, como salões de beleza, escolas, hospitais e condomínios, impulsionada pela pandemia e pela exigência do público.
Em Uberaba, surge o Titan Park, inspirado na temática de dinossauros para atrair famílias, com modelos modernos e realistas. A proposta é oferecer uma experiência completa para todos os membros da família.
O Titan Park será apresentado na Celebra Show, que ocorre de 31 de maio a 3 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo, atraindo empresas do setor de festas e entretenimento.
Eduardo Cincinato, presidente da ABCasa, afirma que o movimento amplia o entretenimento para além dos espaços tradicionais e abre novas oportunidades de negócio, refletindo o comportamento das famílias.
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