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Guia de verão: 20 destaques do mundo da arte que você não pode perder

Verão traz estreias e exposições de peso: El Último Sueño de Frida y Diego na Metropolitan Opera e Obama Presidential Center abrem, ampliando o circuito artístico

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  • El Último Sueño de Frida y Diego na Metropolitan Opera de Nova York, com música de Gabriela Lena Frank e libreto de Nilo Cruz, de 14 de maio a 5 de junho.
  • Costume Art no Metropolitan Museum of Art apresenta quase 400 objetos da coleção, abrindo as novas galerias do Costume Institute; em exibição até 10 de janeiro.
  • Obama Presidential Center, em Chicago, será inaugurado em 18 de junho, com obras de artistas como Julie Mehretu, Nick Cave, Maya Lin e Carrie Mae Weems.
  • Art Basel ocorre de 18 a 21 de junho, reunindo centenas de galerias e programas dedicados a obras monumentais e apresentações pela cidade.
  • Medina Triennial, com foco em site-specificity, abre de 6 de junho a 7 de setembro, em Medina, no estado de Nova York.

No latest issue de Art in America, surge uma lista criteriosa de destaques no mundo da arte para os próximos meses. O guia reúne exposições, mostras e eventos em grandes museus e cidades ao redor do mundo, com foco em novas commissions, retrospectivas e projetos site-specific.

Entre os destaques, está a ópera El Último Sueño de Frida y Diego no Metropolitan Opera, em Nova York, com música de Gabriela Lena Frank, direção de Deborah Colker e libreto de Nilo Cruz. A peça imagina Frida Kahlo reunindo-se a Diego Rivera após deixar o mundo dos vivos. Estreia entre 14 de maio e 5 de junho.

No Met, a mostra Costume Art inaugura um novo espaço de 12 mil m² do Costume Institute, apresentando quase 400 objetos que conectam vestuário e arte. A exposição fica em cartaz até 10 de janeiro, com curadoria de Andrew Bolton.

Björk ganha exposição em Reykjavik, em casa, chamada echolalia. O projeto traz três instalações imersivas, uma inspirada no próximo álbum da artista e duas que homenageiam a mãe ambientalista Hildur Rúna Hauksdóttir. De 30 de maio a 19 de setembro.

High Waters: An Oral History of the Venice Biennale é o livro que propõe entender a história da mostra veneziana por meio de entrevistas com 11 curadores, incluindo Cecilia Alemani e Okwui Enwezor. Chega às livrarias em maio.

Raven Halfmoon apresenta Flags of Our Mothers em Ballroom Marfa, com esculturas em cerâmica que celebram ancestrais Fadd o Caddo. A mostra inclui obras novas ligadas ao Oeste do Texas e fica em cartaz até 11 de outubro.

Pierre Huyghe ocupa Fondation Beyeler, em Basel, com novas obras e um ambiente site-specific que sugere respiração do edifício. A montagem fica de 24 de maio a 13 de setembro.

Whistler é revisitado em Tate Britain, com uma retrospectiva que reúne retratos e obras diversas do artista, com foco na complexidade de sua produção. Exposição de 21 de maio a 27 de setembro.

A Medina Triennial, em Medina, próxima a Buffalo, abre a primeira edição de 6 de junho a 7 de setembro, priorizando site-specificity e projetos como Floating Garden de Mary Mattingly e Two Waters de Tania Candiani.

Gen X: Tales from the Forgotten Generation

Em Atenas, a Fundação Deste apresenta Gen X, curada por Massimiliano Gioni, destacando artistas nascidos entre 1960 e 1980. A mostra fica de 11 de junho a 26 de novembro, enfocando a transição analógica para digital na cultura.

Art Basel

A Art Basel reúne 290 galerias de 18 a 21 de junho, com 21 estreantes. O programa Unlimited destaca obras monumentais, sob curadoria de Ruba Katrib. Stefanie Hessler retorna como curadora do Parcours, explorando apresentações pela cidade.

Entre outras atrações, chegam obras de ficção de modernismo com foco em Alice B. Toklas e Gertrude Stein, em duas novas obras literárias previstas para junho. Além disso, o Obama Presidential Center, em Chicago, inaugura em 18 de junho com comissões de nomes como Julie Mehretu e Maya Lin.

Edgar Arceneaux apresenta Chisel & Razor: The Artistic Legacies of Edmonia & Samuel Lewis, em Tinworks Art, Bozeman, com duas edições de performance em 20–21 de junho e exibição subsequente. A mostra se estende por meses.

Alan Ruiz inaugura exposição solo no Dia Bridgehampton, em Hamptons, a partir de 26 de junho, reconfigurando a ideia de luz de Dan Flavin com uma cerca branca que remete à força do trabalho latino na região.

Marilou Schultz expõe Replica of a Chip no Bard College, de 27 de junho a 29 de novembro, explorando uma linha de tecelagem que liga mineração, tecnologia e história indígena.

Tony Oursler no Tokyo Node apresenta uma mostra que inclui a estreia mundial de sua colaboração com David Bowie, em 3 de julho, com continuidade até 27 de setembro.

O ano traz também celebração de 250 anos dos EUA com várias mostras, além de festival AIR em Aspen, de 27 a 31 de julho, sob direção de Nicola Lees, com nomes como Camille Henrot e Adrian Villar Rojas.

John Berger ganha novos lançamentos de catálogo e biografia, ampliando o interesse pela crítica e pela vida do escritor. A editora NYRB traz nova leitura com introdução de Ben Lerner, em setembro.

A Aperture inaugura nova sede em Manhattan com exposições, eventos e livraria, sob o tema Aperture Loves New York, com obras de fotógrafos como Diane Arbus e Robert Frank. Abertura prevista para julho.

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