- No Terraço Notiê, clientes chegam para comer e fazer selfie para as redes sociais, com casais e turistas americanos entre os frequentadores.
- Pratos e preços destacados: croquetes de costela (R$ 52), pastel de queijos brasileiros (R$ 46) — com um queijo escapatando da fritura em uma unidade — e mini-hambúrguer de porco (R$ 52) servido em uma unidade.
- Tartare de cordeiro (R$ 79) com gema curada surge como entrada recomendada, acompanhado de waffle de polvilho; tortilla de mandioca com tempurá de bochecha de peixe (R$ 38) chegou fria.
- Na sequência da visita, nhoque de vatapá (R$ 132) com camarões manteve gosto e amargor do molho de moqueca; arroz de caju (R$ 68) teve glacê de tucupi, enquanto o caju assado chegou seco e com amargor.
- O ambiente oferece bar, terraço ou restaurante; as selfies são estimuladas por neons com expressões e pelo símbolo do cartão de crédito, prática que a matéria descreve como propaganda indireta.
A noite de sábado levou clientes ao Terraço Notiê, no shopping Light, no centro de São Paulo, para experimentar a cozinha de Onildo Rocha. O local oferece três espaços, com a recepção indicando bar, terraço ou restaurante para jantar. A movimentação sugeria foco em fotos para redes sociais.
Ao chegar, a galeria de peças cenográficas favorecia selfies. No bar, onde ficamos, clientes pediam pratos ou drinques para registrar a imagem, enquanto consumiam sem grande envolvimento com a refeição.
Entre as entradas, destacaram-se croquetes de costela (R$ 52) e o pastel de queijos brasileiros (R$ 46), com ressalva para um dos queijos escapando da massa. O mini-hambúrguer (R$ 52) chegou com apenas uma unidade, sem explicação clara no cardápio.
O tartare de cordeiro (R$ 79) com gema curada foi apontado como melhor escolha, servido com um waffle de polvilho. A tortilla de mandioca com tempurá de bochecha de peixe (R$ 38) chegou fria, prejudicando a textura prevista.
Na sala ao lado, o DJ animava pouco espaço para dança, enquanto o salão do terraço recebia muitos cliques. O conjunto de iluminação e o ambiente faziam parte da mentalidade de pose, mais do que da apreciação da comida.
Na visita seguinte, os pratos principais trouxeram o nhoque de vatapá (R$ 132), com camarões, mas o molho de moqueca apresentou amargor e pouca acidez. O arroz de caju (R$ 68) mostrou boa execução, com glacê de tucupi, embora o caju assado apresentasse falhas.
O local mantém a estética como atrativo, com neons e símbolos no terraço. A estratégia de branding resulta em propaganda contínua a cada foto, potencializando o marketing da casa mesmo com avaliação variada dos pratos.
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