- Fotografia de Sophie Green, “Twins in a spin at the great British seaside: Sophie Green’s best photograph”, feita em 2021 em um parque de diversões em Weston-super-Mare, com foco nas cores primárias e nos gêmeos de camisetas brancas.
- A imagem mostra a alegria de estar perto do mar com pessoas queridas; o projeto começou durante o lockdown de Covid, buscando temas de pertencimento e espaços de convivência.
- Este é o sexto ano do projeto, com retorno anual ao litoral britânico durante o verão, em um país com mais de três mil milhas de costa.
- A matéria cita outros projetos da fotógrafa, como Congregation e Gypsy Gold, além de inspirações que vão de Wimbledon Stadium a histórias de comunidades locais.
- A exposição Sophie Green’s Tangerine Dreams: Rituals of Belonging in Contemporary British Life fica na Martin Parr Foundation, em Bristol, de 4 de junho a 6 de setembro.
Sophie Green apresenta sua exposição Tangerine Dreams: Rituals of Belonging in Contemporary British Life, em Bristol, no Martin Parr Foundation. A mostra vai de 4 de junho a 6 de setembro e reúne trabalhos que exploram pertencimento, tradições e encontros coletivos no Reino Unido.
A série acompanha a fotógrafa em um recorte de mais de uma década, retornando a temas como praias britânicas, comunidades urbanas e grupos minoritários. Por meio de narrativas visuais, a artista revela a diversidade de identidades que formam a vida social na ilha.
Sobre a exposição
O acervo inclui imagens feitas desde 2021 em Weston-super-Mare, capturando cores vivas e a sensação de lazer em família. O conjunto também traz projetos criados a partir de observações cotidianas, como celebrações religiosas na região de South London.
Green dialoga com outras séries, como CongreGação, Gypsy Gold e inspirações a partir de atividades comunitárias. Ao longo de anos, a fotógrafa investiga como comunidades encontram significado e pertencimento em um país de grande diversidade cultural.
Contexto e objetivo
A mostra propõe um panorama de subculturas britânicas, ressaltando a pluralidade da identidade nacional. O conjunto de trabalhos evidencia relações humanas, encontros e tradições que moldam a vida contemporânea no Reino Unido.
A curadoria destaca ainda o papel do lugar, do litoral às áreas urbanas, como espaços de convivência. A fotógrafa explica que a obra busca iluminar histórias muitas vezes invisibilizadas pela narrativa dominante.
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