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Novo livro de Maria Félix Fontele aborda a perplexidade do tempo

Lançamento de Labirinto do caos reúne 14 contos até 2050, enfatizando a mudança das relações humanas em meio ao caos, hoje, às 18h30, no Caferante

Maria Felix: ficção atravessada pela tecnologia - (crédito: Divulgação)
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  • Novo livro Labirinto do caos, de Maria Félix Fontele, reúne 14 contos em uma linha temporal que chega até 2050.
  • A obra enfatiza o caos na mudança das relações pessoais, explorando a dicotomia entre humano e máquina, memória e esquecimento.
  • Influências vão do realismo mágico de Gabriel García Márquez e Jorge Luis Borges à ficção científica de Arthur C. Clarke e ao universo de George Lucas.
  • Lançamento ocorre hoje, às 18h30, na cafeteria Caferante; projeto gráfico fica por conta de Jeferson Barbosa e Gabriele Oliveira; edição da Mondru Editora, preço de R$ 50.
  • O livro foi publicado com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF); a autora indica continuidade do tema até 2100 em trabalhos futuros.

A jornalista e escritora Maria Félix Fontele lança hoje o livro Labirinto do caos, que reúne 14 contos em uma linha temporal que se estende até 2050. O lançamento ocorre na cafeteria Caferante, a partir das 18h30, em Brasília. A obra propõe encarar o futuro como vertigem humana e não como espetáculo, segundo a autora.

O livro investiga o que é mais instável: as relações pessoais. Fontele destaca a dicotomia entre humano e máquina, memória e esquecimento, natureza e artificialidade, em cenários que dialogam com realismo mágico e ficção científica. Autores como Gabriel García Márquez, Jorge Luis Borges, Arthur C. Clarke e George Lucas influenciam a atmosfera das histórias.

Sobre o livro

Temas como desastres ambientais, lutas de poder e controle das emoções atravessam os contos. Personagens comuns enfrentam contextos que normalizam o absurdo, gerando dilemas e inquietação. O projeto nasceu durante a pandemia, visto pela autora como uma válvula de escape diante de tempos sombrios, não como diagnóstico pessimista.

Fontele ressalta uma visão esperançosa: a perplexidade pode favorecer caminhos de solução. A autora afirma que a sensibilidade e a imaginação são ferramentas humanas que, segundo ela, nenhuma máquina poderá substituir. Ela já adianta que pretende ampliar o universo da obra até 2100 em trabalhos futuros.

Detalhes de produção

O projeto gráfico fica a cargo de Jeferson Barbosa e Gabriele Oliveira, com ilustrações que dialogam com cada conto. Labirinto do caos foi financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e tem tiragem pela Mondru Editora.

Serviço

Lançamento de Labirinto do caos, de Maria Félix Fontele, hoje, a partir das 18h30, no Caferante (203 Sul). O livro custa R$ 50.

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