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Stefan Zweig e sua morte: teorias sobre suicídio e suposto assassinato ganham debate

Teoria sobre assassinato de Stefan Zweig e sua esposa ganha destaque nas redes, mas biógrafos defendem o suicídio como causa da morte.

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Stefan Zweig, um escritor austríaco que se exilou no Brasil durante o nazismo, está novamente em discussão nas redes sociais. Uma nova teoria sugere que ele e sua esposa foram assassinados por agentes do III Reich, mas essa ideia não é apoiada por biógrafos. Zweig, que escreveu “Brasil, país do futuro” em 1941, cometeu suicídio em Petrópolis em 1942, deixando cartas. O Pen Clube do Brasil discutiu essa teoria com o escritor Deonísio da Silva, que escreveu um livro sobre o assunto. Ele considera a ideia de suicídio difícil de sustentar e planeja explorar a hipótese do assassinato em um futuro livro. No entanto, biógrafos como Alberto Dines, em “Morte no paraíso”, revelam que Zweig já havia tentado se matar antes. O historiador Israel Beloch também menciona que ele sofria de depressão. Nos meses antes de sua morte, ocorreram eventos importantes, como o ataque a Pearl Harbor e o torpedeamento de um navio brasileiro. Zweig disse a um amigo que os nazistas não o pegariam vivo.

O escritor austríaco Stefan Zweig, conhecido por sua obra e por ter se exilado no Brasil durante o nazismo, voltou a ser tema de debate nas redes sociais. Recentemente, uma teoria sugere que ele e sua esposa teriam sido assassinados por agentes do III Reich. Essa hipótese, no entanto, não é apoiada por biógrafos.

Zweig, que escreveu “Brasil, país do futuro” em 1941, cometeu suicídio em Petrópolis em 1942, após deixar várias cartas. O Pen Clube do Brasil discutiu a teoria com o escritor Deonísio da Silva, autor de “Stefan Zweig deve morrer”, que explora a possibilidade do assassinato do casal. Apesar disso, Deonísio considera a ideia de suicídio como “uma teoria de difícil sustentação” e planeja abordar o atentado em um futuro livro documental.

A teoria do assassinato não encontra respaldo em obras biográficas. No livro “Morte no paraíso”, de Alberto Dines, é revelado que Zweig já havia tentado o suicídio anteriormente. O historiador Israel Beloch, em seu artigo “O fígado negro de Stefan Zweig”, menciona que a depressão o acompanhava. Nos dois meses que antecederam sua morte, ocorreram eventos significativos, como o ataque japonês a Pearl Harbor e o torpedeamento do primeiro navio brasileiro pelos alemães. Zweig havia afirmado a um amigo: “Os nazistas não me pegarão vivo.”

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