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British Museum planeja transformação para atrair novas gerações e recuperar acervo perdido

O British Museum se reinventa sob a liderança de Nicholas Cullinan, focando na repatriação de relíquias e na modernização digital para atrair novos públicos.

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O British Museum, um dos museus mais famosos do mundo, está enfrentando problemas como disputas sobre relíquias e a necessidade de atrair mais visitantes após a pandemia. O novo diretor, Nicholas Cullinan, quer fazer mudanças importantes, focando na devolução de objetos coloniais e na modernização digital para alcançar novas gerações. Cullinan, que assumiu o cargo recentemente, ressaltou a importância de renovar a instituição. O presidente do museu, George Osborne, afirmou que o museu não deve ser apenas um depósito de objetos. O museu também está lidando com a reivindicação dos mármores do Partenon e a recuperação de peças vendidas de forma irregular. A repatriação de objetos coloniais é uma prioridade para Cullinan, que está disposto a dialogar sobre isso. Além disso, ele planeja tornar os oito milhões de itens da coleção mais acessíveis e interativos. A arquitetura do museu também será reformulada pela arquiteta Lina Ghotmeh, que criará novos espaços para exposições, tornando as visitas mais interessantes. Com a queda de 20% na frequência durante a pandemia, a necessidade de inovação é evidente, e especialistas afirmam que os museus precisam se conectar mais com a sociedade. O British Museum, sob a liderança de Cullinan, busca se reinventar e recuperar sua imagem.

O British Museum, um dos mais renomados do mundo, enfrenta desafios contemporâneos, como disputas sobre a posse de relíquias e a necessidade de atrair mais visitantes após a pandemia. O novo diretor, Nicholas Cullinan, planeja uma transformação significativa, focando na repatriação de objetos coloniais e na modernização digital.

Cullinan, que assumiu o cargo após a renúncia do antecessor, destacou a urgência de renovação da instituição. Em um jantar anual, o presidente do museu, George Osborne, afirmou: “Não somos armazém nem mausoléu”, enfatizando a necessidade de adaptação às demandas atuais. O museu lida com questões como a reivindicação dos mármores do Partenon e a recuperação de peças vendidas ilegalmente por um ex-funcionário.

A repatriação de objetos coloniais é uma prioridade para Cullinan, que se mostra aberto ao diálogo sobre o tema. Ele pretende avançar de forma criteriosa nas discussões, buscando um acerto de contas com o passado. Além disso, o novo diretor planeja uma expansão digital para tornar os oito milhões de itens da coleção mais acessíveis e interativos, visando atrair novas gerações.

A arquitetura do British Museum também passará por mudanças. A libanesa Lina Ghotmeh foi escolhida para remodelar o prédio, criando novos espaços para exposições. Essa abordagem visa tornar as visitas mais dinâmicas e menos maçantes, alinhando-se a tendências observadas em outros museus, como o MoMA de Nova York e o Centro Georges Pompidou em Paris.

Com a queda de 20% na frequência dos museus durante a pandemia, a necessidade de inovação é clara. Museus precisam se conectar com a sociedade para se manterem relevantes, conforme afirmam especialistas. O British Museum, sob a liderança de Cullinan, busca não apenas recuperar sua imagem, mas também se reinventar para o futuro.

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