Um quadro de Mark Rothko, que vale até 50 milhões de euros, foi danificado por uma criança no Museu Boijmans Van Beuningen, na Holanda. A obra, chamada “Grey, Orange on Maroon, No. 8”, sofreu arranhões na pintura, que não tem verniz. O museu está procurando especialistas para restaurá-la e espera que a pintura volte a ser exibida. A responsabilidade pelos custos do reparo ainda não foi definida, mas o museu já cobrou visitantes por danos em outras ocasiões. O incidente levanta preocupações sobre a segurança de obras de arte em locais públicos, especialmente em museus que querem permitir maior acesso ao público.
Um quadro de Mark Rothko, avaliado em até €50 milhões (aproximadamente R$ 270 milhões), foi danificado por uma criança no Museu Boijmans Van Beuningen, em Roterdã, na Holanda. O incidente ocorreu durante um momento em que a obra, intitulada “Grey, Orange on Maroon, No. 8”, estava exposta em uma área acessível ao público.
O museu confirmou que os danos são superficiais, com pequenos arranhões visíveis na camada de tinta não envernizada na parte inferior da pintura. A instituição está buscando especialistas para avaliar a melhor forma de restaurar a obra. Um porta-voz do museu afirmou que espera que a pintura possa ser exibida novamente no futuro.
Sophie McAloone, gerente de conservação da Fine Art Restoration Company, destacou que pinturas modernas não envernizadas, como a de Rothko, são especialmente vulneráveis a danos. Ela explicou que a combinação de materiais complexos e a intensidade das cores tornam qualquer dano facilmente perceptível.
O museu não revelou quem será responsabilizado pelos custos de reparo. Historicamente, a instituição já cobrou visitantes por danos a obras de arte. Em um caso anterior, um turista foi solicitado a pagar pelos danos causados a uma instalação artística em 2011.
O incidente levanta questões sobre a segurança de obras de arte em exibições públicas, especialmente em instituições que buscam aumentar o acesso do público a suas coleções. O marketing manager da Plowden & Smith, Jonny Helm, comentou sobre as implicações para museus no Reino Unido, que estão considerando abrir suas coleções ao público.
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