Um longo conflito legal sobre a propriedade de 27.000 obras de arte entre os descendentes da Casa de Hohenzollern e o governo alemão chegou ao fim. O Ministro da Cultura da Alemanha, Wolfram Weimer, anunciou que um acordo foi alcançado, garantindo que as obras, que incluem um retrato de Lucas Cranach, o Velho, e um serviço de mesa do século XVIII encomendado pelo imperador Frederico II, permanecerão em museus públicos, como a Fundação do Patrimônio Cultural Prussiano e o Museu Histórico Alemão. O litígio começou em 1926, após a queda da monarquia em 1918, e as disputas sobre a propriedade continuaram por quase 100 anos. Desde 2014, Georg Friedrich, príncipe da Prússia, buscava a devolução das obras e compensação financeira. Após a retirada de processos judiciais pela família em 2023, as negociações foram retomadas no ano passado.
A disputa sobre a propriedade de 27.000 obras de arte entre os descendentes da Casa de Hohenzollern e o governo alemão chegou ao fim. O acordo foi anunciado pelo Ministro da Cultura da Alemanha, Wolfram Weimer, em Berlim, nesta terça-feira. As obras, que incluem um retrato de Lucas Cranach, o Velho, e um raro serviço de mesa do século XVIII encomendado pelo imperador Frederico II, permanecerão em museus públicos.
O litígio remonta a um contrato de 1926, que buscava resolver a questão da propriedade após a queda da monarquia em 1918. Desde então, a propriedade da coleção foi alvo de disputas legais, especialmente após a confiscação dos bens da Casa de Hohenzollern. O príncipe Georg Friedrich, bisneto do imperador Guilherme II, reivindicava a restituição das obras e compensação financeira desde 2014.
Após a retirada das ações judiciais pela família em 2023, as negociações recomeçaram no outono do ano passado. O acordo garante que as obras continuarão acessíveis ao público e permanecerão nas coleções focadas na história prussiana e alemã. Weimer destacou que o fim da disputa é um “sucesso para a Alemanha como um local cultural”. Detalhes adicionais do acordo não foram divulgados.
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