Um friso maya, que data entre os anos 600 e 900, será devolvido ao México após a colaboração entre o Museu Nacional de Arte Mexicano em Chicago e o Instituto Nacional de Antropologia e História. A peça, que representa uma figura com máscara e penacho, será oficialmente aceita em um evento no museu. O friso, feito de pedra caliza e com 1,20 metros de altura, é parte de um par, mas o destino da outra peça é desconhecido. A peça foi exibida no Brooklyn Museum nas décadas de 60 e 70 antes de ir para uma coleção privada em 1988. Os filhos dos colecionadores decidiram devolver o friso ao México, considerando que o patrimônio cultural deve retornar ao seu lugar de origem. O acordo para a repatriação foi assinado em fevereiro deste ano, e as autoridades enfatizam a importância de recuperar o patrimônio arqueológico do país.
A repatriação de peças pré-hispânicas para o México avança com a devolução de um friso maya do período clássico, datado entre 600 e 900. A colaboração entre o Museu Nacional de Arte Mexicano (NMMA) em Chicago e o Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) possibilitou a entrega oficial da peça, que ocorrerá em um evento no museu.
O friso, esculpido em pedra calcária e com 1,20 metros de altura, retrata uma figura com máscara e penacho, aparentemente em conversa. Ele é parte de um par, sendo que o destino da outra figura permanece desconhecido. Cesáreo Moreno, diretor de Artes Visuais do NMMA, acredita que a peça pode ter pertencido a um templo ou edifício na região de Campeche.
A peça foi exibida nas décadas de 1960 e 1970 no Brooklyn Museum, em Nova York, antes de ser adquirida por uma coleção privada em 1988. Recentemente, os filhos dos colecionadores procuraram o NMMA para devolver o friso ao México, considerando que o patrimônio cultural deve retornar ao seu local de origem.
Colaboração e Importância Cultural
O acordo para a repatriação foi assinado em fevereiro deste ano, durante um evento em Torreón, Coahuila. Diego Prieto, diretor do INAH, destacou a importância de recuperar o patrimônio arqueológico e histórico do México. Moreno reforçou que a repatriação promove a equidade e o reconhecimento do valor cultural para as comunidades.
A devolução do friso é um passo significativo na crescente tendência de instituições culturais reconsiderarem a posse de objetos de valor histórico. Moreno enfatizou a necessidade de um diálogo aberto entre colecionadores e países de origem, promovendo uma compreensão mais rica da herança cultural.
Entre na conversa da comunidade