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Smithsonian e AlUla firmam parceria para pesquisa e intercâmbio cultural

A parceria entre o Smithsonian e a Arábia Saudita foca na preservação de Dadan e expande colaborações culturais globais.

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O Smithsonian’s National Museum of Asian Art fez um acordo com a Royal Commission for AlUla da Arábia Saudita para trabalhar juntos em pesquisa arqueológica, exposições e desenvolvimento profissional. Essa parceria se concentra em Dadan, que foi a capital de antigas civilizações e um ponto importante na rota do incenso. O governo saudita está focado em preservar Dadan para promover o país como um destino cultural global. As equipes de conservação e curadoria do museu já estão colaborando em pesquisas sobre estátuas recém-descobertas. O acordo inclui conservação e pesquisa conjunta, planejamento de exposições e desenvolvimento profissional em áreas como gestão de museus. Essa iniciativa faz parte do plano Vision 2030 da Arábia Saudita, que busca diversificar a economia e tem gerado críticas por ser vista como uma forma de desviar a atenção de questões de direitos humanos no país. O acordo foi assinado pouco depois de um compromisso da Arábia Saudita de investir 600 bilhões de dólares nos Estados Unidos, incluindo um grande contrato de armas.

A Smithsonian’s National Museum of Asian Art (NMAA) firmou um acordo com a Royal Commission for AlUla da Arábia Saudita, ampliando uma colaboração que já ocorre há dois anos. O contrato, assinado por Chase Robinson, diretor do NMAA, e Abeer Al Akel, CEO da RCU, visa esforços conjuntos em pesquisa arqueológica, empréstimos de exposições e intercâmbio curatorial.

O foco da parceria é Dadan, antiga capital das civilizações lihyanita e dadanita, localizada na rota do Incenso, uma rede comercial que ligava a Índia ao Mediterrâneo. O governo saudita prioriza a preservação de Dadan como parte de sua estratégia de rebranding cultural, buscando posicionar o país como um destino cultural global.

Robinson destacou que as equipes de conservação e curadoria já trabalham em pesquisas sobre estátuas recentemente descobertas em AlUla. O novo acordo permitirá aprofundar essas atividades e estabelecer redes profissionais de longo prazo. As iniciativas incluem conservação e pesquisa em arqueologia, planejamento de exposições e desenvolvimento profissional em áreas como gestão de museus.

Este acordo é parte de uma série de parcerias culturais que a Arábia Saudita tem formado com instituições internacionais, como o Centre Pompidou e a Unesco, dentro do plano Vision 2030 de diversificação econômica. Embora essas ações tenham ajudado a posicionar AlUla como um novo polo cultural, também enfrentam críticas por serem vistas como uma forma de “artwashing”, desviando a atenção das questões de direitos humanos no país.

Recentemente, a administração Trump anunciou um compromisso da Arábia Saudita de investir $ 600 bilhões nos Estados Unidos, incluindo um grande contrato de armamentos de $ 142 milhões.

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