Parte importante do acervo do sambista Arlindo Cruz, de 66 anos, foi destruída após a invasão de usuários de crack no Espaço Cultural Arlindo Cruz, em Realengo. O local, que estava fechado, guardava instrumentos, figurinos e registros da trajetória do artista, que sofreu um AVC em 2017. A invasão ocorreu recentemente, resultando na perda de […]
Parte importante do acervo do sambista Arlindo Cruz, de 66 anos, foi destruída após a invasão de usuários de crack no Espaço Cultural Arlindo Cruz, em Realengo. O local, que estava fechado, guardava instrumentos, figurinos e registros da trajetória do artista, que sofreu um AVC em 2017.
A invasão ocorreu recentemente, resultando na perda de itens valiosos que preservavam a memória do sambista. O Espaço Cultural foi criado para homenagear Arlindo Cruz e sua contribuição ao samba, mas agora enfrenta um grave problema de segurança.
As autoridades locais estão cientes da situação e buscam soluções para proteger o acervo e garantir a segurança do espaço. A destruição dos bens culturais é um golpe duro para os fãs e para a história do samba, que vê um de seus ícones ter sua memória ameaçada.
O sambista, que se destacou na música brasileira, agora vê parte de sua história comprometida. A comunidade e os admiradores de Arlindo Cruz esperam que medidas sejam tomadas para evitar novas invasões e preservar o legado do artista.
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