- Valter Hugo Mãe participou da 23ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), atraindo muitos fãs que esperaram para autografar livros e participar de mesas de discussão.
- O autor destacou seu novo livro, Educação da Tristeza, e a adaptação cinematográfica de O Filho de Mil Homens.
- Durante o evento, Mãe autografou livros na Esquina piauí+Netflix, onde fãs fizeram um coro em sua homenagem.
- Ele participou de uma mesa com o ator Rodrigo Santoro e o diretor Daniel Rezende, discutindo a adaptação de seu livro, prevista para ser lançada até o final do ano.
- Mãe expressou sua gratidão pelo carinho dos leitores brasileiros e comentou sobre sua evolução como artista desde sua primeira participação na Flip em 2011.
Valter Hugo Mãe brilha na 23ª Festa Literária Internacional de Paraty
Na 23ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), o escritor português Valter Hugo Mãe atraiu uma multidão de fãs, que aguardaram horas para obter autógrafos e participar de suas mesas de discussão. O autor, que já havia se apresentado na Flip em 2011, destacou seu novo livro, Educação da Tristeza, e a adaptação cinematográfica de O Filho de Mil Homens.
Na tarde de sexta-feira, um grupo de fãs fez um coro animado em frente à Esquina piauí+Netflix, onde Mãe autografou livros. Após uma conversa mediada pelo editor Alejandro Chacoff, o autor permitiu que algumas fãs entrassem, gerando uma explosão de alegria. Juliana Zaponi, uma das fãs, comentou sobre a devoção ao autor, comparando a experiência a perseguir uma estrela do rock.
Participações e emoções
Durante a Flip, Mãe participou de várias mesas, incluindo uma com o ator Rodrigo Santoro e o diretor Daniel Rezende, onde discutiram a adaptação de seu livro. O filme, que deve ser lançado até o final do ano, traz Santoro no papel de um pescador em busca de um filho. Mãe elogiou o trabalho do ator, afirmando que “é o melhor trabalho da carreira dele”.
O autor também compartilhou suas experiências pessoais com o público, revelando que, em sua primeira participação na Flip, sentiu-se anônimo, mas agora é reconhecido até mesmo disfarçado. Ele expressou sua gratidão pelo carinho dos leitores brasileiros, afirmando que essas memórias o ajudam em momentos difíceis.
Reflexões sobre o Brasil
Mãe, que se considera profundamente ligado ao Brasil, destacou a liberdade criativa do país em sua obra. Ele mencionou que a experiência de estar na Flip é como um “Carnaval”, uma celebração que precisa ser episódica para que ele possa suportar. O autor, que já enfrentou timidez, agora se sente à vontade no palco, tratando o público como amigos.
Com um carisma inegável, Mãe continua a cativar os leitores, reafirmando sua conexão emocional com o Brasil e sua evolução como artista. A recepção calorosa que recebeu em Paraty reflete a importância de sua obra e a admiração que conquistou ao longo dos anos.
Entre na conversa da comunidade