- Fernando Molica e José Amélio Molica lançam seus livros simultaneamente no Galeto Sat’s, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira, 15 de agosto.
- Fernando apresenta “Meninos que brincaram na Lua”, enquanto José Amélio estreia na literatura com “O mundo começa em Cajuri”.
- José Amélio, aos 92 anos, escreve crônicas inspiradas em sua infância em Cajuri, Minas Gerais, destacando a importância da educação.
- Fernando Molica reúne 69 crônicas que abordam temas como Rio de Janeiro, Brasil, música, literatura, amor e futebol.
- O lançamento das obras representa uma experiência única, com narrativas que se complementam: a de José Amélio, rural e memorialística, e a de Fernando, urbana e contemporânea.
Fernando Molica, jornalista e escritor com nove livros publicados, lança sua nova obra, Meninos que brincaram na Lua, ao lado do pai, José Amélio Molica, que estreia na literatura aos 92 anos com O mundo começa em Cajuri. O evento ocorrerá no Galeto Sat’s, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (15), a partir das 19h.
Fernando Molica é conhecido por sua habilidade em transitar entre ficção e não ficção, tendo sido finalista do Jabuti e com obras traduzidas para o francês e o alemão. Seu pai, José Amélio, traz uma rica trajetória de vida, marcada por trabalho árduo e dedicação aos estudos, que o levou a escrever suas crônicas inspiradas em sua infância em Cajuri, Minas Gerais.
José Amélio começou a trabalhar cedo e sempre valorizou a educação, o que o motivou a escrever seu livro. Ele destaca que escrever o livro era uma obrigação minha, refletindo a importância que dá aos estudos. A obra de Amélio é um registro histórico da região, com uma narrativa que mistura humor e lirismo, lembrando a tradição oral dos contadores de histórias.
Por sua vez, Fernando Molica reuniu 69 crônicas em sua nova obra, abordando temas como Rio de Janeiro, Brasil, música, literatura, amor e futebol. Ele menciona que as histórias contadas por seu pai influenciaram sua formação como escritor, embora não consiga precisar o quanto. O lançamento simultâneo das obras representa uma experiência única para ambos, com suas narrativas se complementando: a de Amélio, mais rural e memorialística, e a de Fernando, urbana e contemporânea.
Entre na conversa da comunidade