- Drica Moraes e Enrique Diaz reestrearam a peça “Férias” no Teatro Claro Mais, no Rio de Janeiro, após 42 anos sem atuar juntos.
- Enrique, que era o diretor, agora interpreta um papel que antes era de Fábio Assunção.
- A peça, escrita por Jô Bilac, aborda temas como amor e envelhecimento, mostrando um casal que celebra 25 anos de casamento em um cruzeiro.
- O público tem elogiado a performance de Enrique, e a peça explora a dinâmica do amor e as complexidades do envelhecimento.
- As apresentações seguem até 21 de setembro, refletindo a busca por conexão social após os desafios da pandemia.
Drica Moraes e Enrique Diaz reestreiam juntos após 42 anos
Drica Moraes e Enrique Diaz, amigos desde a adolescência, reestrearam a peça “Férias” no Teatro Claro Mais, no Rio de Janeiro, após 42 anos sem atuar juntos. O espetáculo, que aborda temas como amor e envelhecimento, conta a história de um casal que celebra 25 anos de casamento em um cruzeiro.
Enrique, que até então era o diretor da peça, assume o papel que era de Fábio Assunção. O público tem respondido positivamente, elogiando sua performance. Fábio comentou sobre a expectativa de ver Enrique no papel, brincando sobre a pressão de fazer um bom trabalho. A peça, escrita por Jô Bilac, foi pensada especialmente para Drica.
O reencontro dos atores remete aos anos 1980, quando se conheceram durante a peça “Os 12 trabalhos de Hércules”. Na época, eles eram jovens e apaixonados, e o relacionamento se transformou em uma amizade duradoura. Drica destacou que Enrique foi o primeiro nome que pensou para dirigir “Férias”, reforçando a conexão entre eles.
A peça explora a dinâmica do amor e as complexidades do envelhecimento. Drica mencionou que o humor é uma forma de abordar questões difíceis, como a distância dos filhos e a busca pela felicidade em um mundo que muitas vezes não acolhe os mais velhos. Enrique acrescentou que a peça subverte a imagem tradicional do que se espera de casais mais velhos, mostrando-os como dinâmicos e vibrantes.
As apresentações seguem até o dia 21 de setembro, e a resposta do público tem sido calorosa, refletindo a necessidade de conexão e interação social, especialmente após os desafios impostos pela pandemia. Drica e Enrique, com suas histórias entrelaçadas, trazem ao palco não apenas personagens, mas também um pedaço de suas próprias vidas.
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