- Mestre Damasceno, ícone da cultura marajoara, faleceu aos 71 anos em Belém, no Pará, nesta terça-feira (26), após complicações de saúde, incluindo pneumonia e insuficiência renal.
- A morte foi confirmada por familiares nas redes sociais.
- O artista era conhecido por suas contribuições à música paraense, autor de mais de 400 canções e criador do búfalo-bumbá.
- O Governo do Pará decretou luto oficial de três dias em homenagem ao seu legado.
- O Ministério da Cultura e a Acadêmicos do Grande Rio prestaram tributos ao artista, destacando sua importância para a preservação das tradições amazônicas.
Mestre Damasceno, ícone da cultura marajoara, faleceu aos 71 anos em Belém, no Pará, nesta terça-feira (26). O artista estava internado devido a complicações de saúde, incluindo pneumonia e insuficiência renal. A confirmação da morte foi feita por familiares em suas redes sociais.
Reconhecido por suas contribuições à música e tradições paraenses, Damasceno foi autor de mais de 400 canções e criador do búfalo-bumbá, uma variante do boi-bumbá. Este estilo, celebrado em Salvaterra, sua cidade natal, mistura elementos da fauna e flora amazônica com tradições quilombolas e teatro. O Governo do Pará decretou luto oficial de três dias, destacando seu legado como um “ícone da cultura marajoara”.
Homenagens e Reconhecimentos
Diversas instituições prestaram homenagens ao artista. O Ministério da Cultura (Minc) o descreveu como um “defensor incansável do carimbó”, ressaltando sua dedicação à preservação das tradições amazônicas. Em uma cerimônia em maio, Damasceno recebeu a Ordem do Mérito Cultural, a mais alta honraria da pasta.
A Acadêmicos do Grande Rio também prestou tributo ao artista, que participou do carnaval de 2025 como destaque de um carro alegórico. O samba-enredo, intitulado “Pororocas Parawaras: As Águas dos Meus Encantos nas Contas dos Curimbós”, homenageava a cultura marajoara. Em suas redes sociais, a escola expressou gratidão pela presença de Damasceno, afirmando que ele deixa um legado inestimável para a cultura brasileira.
Entre na conversa da comunidade