- Gloria Gaynor, famosa pela canção “I Will Survive”, foi anunciada como uma das homenageadas do Kennedy Center Honors 2025.
- A artista doou quase R$ 22 mil a políticos republicanos, o que gerou críticas de fãs.
- As doações foram feitas a candidatos como Mike Johnson e Ted Cruz, através da plataforma WinRed.
- Fãs pedem que Gaynor não aceite a homenagem devido ao histórico de Donald Trump com a comunidade LGBTQ+.
- Gaynor, que se considera apolítica, evitou comentar suas afiliações partidárias em discursos anteriores.
Gloria Gaynor, a icônica intérprete de “I Will Survive”, foi anunciada como uma das homenageadas do Kennedy Center Honors 2025. No entanto, sua recente doação de quase $22.000 a políticos republicanos gerou controvérsia entre seus fãs, que pedem que ela não aceite a homenagem.
De acordo com registros da Comissão Eleitoral Federal (FEC), Gaynor, cujo nome de nascimento é Gloria Fowles, fez contribuições a diversos candidatos de direita desde 2023, incluindo figuras como Mike Johnson e Ted Cruz. As doações foram processadas através da plataforma de arrecadação republicana WinRed. Apesar disso, não há evidências de que a artista tenha contribuído diretamente para a campanha de reeleição de Donald Trump.
Reações dos Fãs
Após o anúncio da homenagem, muitos fãs expressaram sua desaprovação nas redes sociais, sugerindo que Gaynor se afastasse da cerimônia em protesto contra o histórico de Trump em relação à comunidade LGBTQ+. A comentarista Ana Navarro, do programa The View, foi uma das vozes que pediu à cantora que reconsiderasse sua participação, citando os ataques do ex-presidente aos direitos de minorias.
Gaynor, que já se declarou não ser uma pessoa política, tem evitado se posicionar sobre suas afiliações partidárias. Em um discurso na Biblioteca do Congresso em 2017, ela afirmou que não se considerava uma figura política e que não pretendia se envolver em questões partidárias.
Contexto do Prêmio
O Kennedy Center Honors é uma das mais prestigiadas homenagens culturais dos Estados Unidos, e Gaynor será reconhecida ao lado de outras celebridades, como KISS e Sylvester Stallone. Este evento ocorre em um momento delicado, já que Trump assumiu o controle do centro cultural após demissões de membros do conselho. A situação levanta questões sobre a relação entre a arte e a política, especialmente em tempos de polarização.
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